COMUNICADO CASA FERNANDES PNEUS – Interdição Av. Vereador José Diniz

04/04/2019

A CET – Companhia de Engenharia de Tráfego – interditou o cruzamento da Av. Vereador José Diniz com a R. Jesuíno Maciel, devido a um solapamento na via, a uma quadra da Casa Fernandes Pneus do Campo Belo, localizada à Av. Vereador José Diniz, 3727.

Informamos aos nossos clientes e fornecedores que a loja continua funcionando normalmente, apesar da interdição.

O acesso à loja e ao comércio local está liberado pela CET através da R. Demóstenes, conforme ilustrado no mapa.

Mapinha

Para mais informações, entre em contato pelo tel: (11) 3882-0800.

Esperamos a sua visita!

Atenciosamente,

Equipe Casa Fernandes Pneus

ESTEPE: 5 DICAS DE MANUTENÇÃO PARA MANTER O PNEU RESERVA EM DIA

Fonte: iG

Mesmo guardado no porta-malas, o estepe precisa de alguns cuidados. Confira 5 dicas para não ficar na mão quando precisar dele

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É raro ver alguém que lembra de cuidar bem do estepe . Quando o pneu fura, descobre que o pneu reserva estava murcho, danificado ou, às vezes, até careca. Mesmo que fique guardado por muito tempo, o estepe precisa de atenção para não deixar ninguém na mão quando estiver no meio da estrada sem ter a quem recorrer – e isso não está limitado a lembrar de calibrá-lo antes de viajar. Veja as dicas mais importantes para manter o pneu reserva em dia:

Bem calibrado 

A cada 15 dias, quando for calibrar os pneus do carro, aproveite para encher o estepe com a quantidade indicada no manual para um veículo com carga máxima . Isso porque vai compensar a perda de pressão com o tempo e, caso vá viajar, garante que ele esteja com a calibragem correta para aguentar o carro cheio. Um pneu murcho sobrecarrega a suspensão com o peso do veículo. Vale o mesmo método utilizado para cuidar dos pneus normais.

Pneu menor pode, mas só para emergência 

 Hoje em dia é normal que o estepe seja menor do que os pneus que são utilizados no dia a dia. Atenção: estamos falando da largura da banda de rodagem, não do tamanho do aro, que deve ser idêntico ao das outras rodas. O estepe com pneu mais fino é mais barato e mais leve, só que é feito para uma emergência e não é para usar por muito tempo ou em alta velocidade . Utilize-o para não ficar parado na estrada, seguindo devagar até um posto onde possa arrumar o pneu.

Cuidado com a careca 

 Assim como os pneus normais, o estepe não pode estar careca . A lei diz que ele deve ter profundidade mínima de 1,6 milímetro nos sulcos, ou pode tomar uma multa.. O jeito mais fácil de evitar isso é não rodar com eles mais do que o necessário e não incluí-lo no rodízio dos pneus – além de não desgastar o estepe, é mais fácil coordenar a substituição de quatro pneus do que cinco.

Se trocar a roda, troque os parafusos 

 Com exceção de alguns carros que vem com estepe de liga leve, o normal é que o pneu sobressalente esteja em uma roda de aço. Caso prefira deixa-lo com uma roda igual às demais, não se esqueça de mudar também os parafusos de acordo com a especificação da roda nova . Se forem diferentes, podem não encaixar corretamente, com o risco de não segurar o estepe corretamente com o carro em movimento.

Em bom estado 

 Um pneu tem prazo de validade de, em média, cinco anos. Após esse prazo, a borracha começa a se deteriorar por efeito da umidade, temperatura e pressão, afetando toda a estrutura do pneu. Quando for calibrar o estepe, verifique se não apresenta nenhuma rachadura na borracha ou partes tortas , indicativos que o estepe está danificado e corre o risco de causar um acidente.

Preste ainda mais atenção se o estepe fica fora do veículo, como em muitos SUVs e versões aventureiras. Mesmo se estiver protegido, ele está mais exposto às condições climáticas, diminuindo sua vida útil em comparação com um estepe guardado dentro do carro . Se for trocar a capa do estepe, cuidado com o material. Evite qualquer produto derivado de petróleo, pois seu componente químico pode deformar o pneu.

#VempraFernandes checar os pneus para evitar perrengues no caminho.

 

 

 

11 DICAS PARA UMA VIAGEM DE CARRO PERFEITA

Fonte: Turismo - iG 

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Certifique-se de que nada dará errado durante a jornada sobre quatro rodas. De preferência, antes de começá-la

Resolveu deixar de lado as chateações de aeroportos e rodoviárias para fazer uma viagem de carro? Para que a decisão revele-se acertada é importante seguir alguns passos. Pegar a estrada é sinônimo de liberdade e autonomia, mas pode ser bastante cansativo. Principalmente quando algo dá errado.

Confira abaixo 11 dicas para que a viagem de carro seja perfeita:

1. Calcule os gastos com gasolina e pedágio 
Diferente de viagens de ônibus ou de avião, nas quais você já compra as passagens com antecedência e sabe exatamente quanto gastará, o custo de uma viagem de carro pode estar mascarado. O site “Mapeia.com” pode ser bastante útil para conferir a viabilidade da empreitada. Nele há uma ferramenta que calcula o custo dos pedágios que estarão pelo caminho e quanto deverá ser investido em gasolina.

2. Revise o veículo com antecedência 
Faróis e freios têm que estar funcionando corretamente. Leve o carro ao mecânico com ao menos 15 dias de antecedência para ter certeza de que qualquer reparo necessário será realizado a tempo. Cheque os níveis de óleo e água. Antes de entrar na estrada, encha todos os pneus, inclusive o estepe – mas este não servirá para nada se você não souber trocar um pneu. Não sabe? Talvez seja melhor aprender antes de viajar.

3. Evite deixar a cidade na hora do rush 
Ninguém quer começar uma viagem longa se estressando por conta do trânsito caótico da metrópole. Além disso, sair no horário errado pode alongar bastante o tempo dentro do carro. Saia de manhã, antes das 7h, à tarde, entre 13h e 16h ou à noite, depois das 20h.

4. Não confie cegamente no seu GPS 
Ele é seu fiel companheiro, sem ele você se perderia todos os dias da sua vida? O amor pelo GPS pode ser absolutamente genuíno e compreensível. Mas a verdade é que, longe de casa, ele pode vir a falhar, ditando caminhos perigosos ou sem asfalto. Principalmente se ele estiver desatualizado. O bom e velho mapa, por outro lado, tem todos os caminhos possíveis. Resgate-o do fundo da gaveta.

5. Viaje com alguém que você goste bastante 
A dica, que vale para qualquer viagem, pode ser primordial no caso de um longo trajeto percorrido de automóvel. Não há para onde correr dentro do carro. Aquelas pessoas que ali estão são as únicas com quem você irá conviver pelas próximas horas – e em um espaço confinado. Certifique-se de que você as conhece bem.

6. Não esqueça o protetor solar 
Você não quer ficar com a marca da camiseta no braço, certo? Para não esquecer, é só pensar na voz do jornalista Pedro Bial naquela música que circulou nas rádios há alguns anos. “Use filtro solar”.

7. Cheque sempre o nível de gasolina 
Não espere o marcador de gasolina ficar no vermelho e piscante para lembrar-se da existência dele. Você nunca sabe a que distância estará o próximo posto. Se o tanque estiver com menos de dois terços da capacidade total significa que é hora de abastecer.

8. Prepare as músicas com antecedência 
Trocar CDs ou escolher uma música no MP3 Player enquanto dirige a 100 Km/h não parece a melhor das ideias. Você confia no gosto musical daqueles que te acompanharão na viagem? Na dúvida, escolha com antecedência o que vai querer ouvir durante o trajeto, mas certifique-se de escolher algo que todos os passageiros apreciarão.

9. Leve comidas e bebidas 
Levar a própria comida de casa é melhor do que confiar em postos de gasolina suspeitos pelo caminho. Além disso, é uma forma de economizar. Opte por frutas e sanduíches leves, que não pesem no estômago. Leve também bastante água, para manter todos hidratados.

10. Seja flexível em relação ao caminho 
Talvez tenha algo interessante no trajeto: uma cachoeira, uma antiga estação de trem ou o melhor rocambole do País. Não tenha medo de desviar um pouco o caminho para aproveitar surpresas não planejadas.

11. Mantenha as crianças ocupadas 
Dispersas por natureza, crianças podem transformar uma viagem tranquila em caos total. Você conhece seus filhos/sobrinhos/netos, leve o que quer que seja que funciona com eles. Videogames portáteis ou histórias em quadrinhos podem funcionar com algumas crianças, mas outras podem se sentir enjoadas. Músicas fáceis de cantar e brincadeiras que exercitem a mente dos pequenos são boas pedidas.

E para não ter perrengues com pneus passe na Casa Fernandes antes de pegar estrada.

PLACA DO MERCOSUL: TIRE SUAS DÚVIDAS E SAIBA O QUE JÁ MUDOU NO PROJETO

Fonte: Quatro Rodas

Placa do Mercosul: você provavelmente terá uma dessas em seu carro no futuro (Detran/Divulgação)

As novas placas no padrão Mercosul finalmente começaram a ser usadas no Brasil – inicialmente no Rio de Janeiro e gradualmente em outros Estados.

Entretanto, uma série de imbróglios e mudanças de rumo têm atrasado sua implantação e tornado difícil saber, exatamente, quais serão seus recursos.

Como ainda há muitas dúvidas sobre este novo sistema, QUATRO RODAS compilou tudo o que já foi divulgado sobre as novas placas e conta como isso afeta a sua vida.

A troca não é obrigatória (ainda)

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Atualmente somente um grupo de veículos deve adotar a nova placa. São eles:

  • Carros novos
  • Veículos que passaram por transferência de proprietário
  • Veículos que passaram por mudança de município
  • Veículos que trocaram de categoria (um táxi que vira um carro de passeio, por exemplo)
  • Veículos cuja placa atual não foi aprovada em vistoria e/ou está ilegível ou danificada

Quem quiser trocar a placa voluntariamente também pode fazê-lo, caso o Estado onde o veículo estiver registrado já tiver adotado o novo sistema.

Segundo o Detran do Rio de Janeiro, quem não se enquadrar nos quesitos acima não precisará trocar as placas. O Denatran espera que, gradualmente, toda a frota circulante do país receba a nova placa nos próximos anos.

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No entanto, como o novo sistema possui outra sequência de números e letras (veja mais abaixo), é provável que no futuro o governo opte pela obrigatoriedade para que todos os carros restantes troquem as placas, para completar a padronização da frota até 2023.

Quando ela estará disponível para o resto do Brasil?

O prazo final inicial era dezembro de 2018, mas uma série de liminares e discussões entre os diferentes departamento de trânsito fez com que a implantação completa da placa tenha sido adiada, no fim do ano passado, para 30 de junho de 2019.

Além do Rio de Janeiro, os Estados que já aderiram à nova placa são Amazonas, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Norte.

Quem quiser fazer a troca voluntária precisará aguardar que o Estado onde o veículo está registrado entre no sistema.

Pasmem: ela não custará mais caro

No Rio de Janeiro, o primeiro Estado a adotar o novo padrão, o custo da nova placa até caiu: R$ 193,84 para carros e R$ 64,61 para motocicletas, contra R$ 219,35 e R$ 90,12, respectivamente, no sistema anterior.

A diferença se dá porque o novo sistema não exige o lacre da placa traseira (que no Rio custava R$ 25,51). Por conta disso, o valor deixou de ser cobrado.

Ainda não se sabe se outras regiões irão adotar a mesma política de preços do Rio de Janeiro. Isso porque os Detran de cada Estado têm autonomia para cobrar um valor diferente. Em São Paulo, por exemplo, o custo da atual placa é de R$ 128,68.

O que gerou crítica é a troca integral da placa ao mudar de município de registro do veículo. No sistema anterior era possível trocar apenas a tarjeta com a inscrição de Estado e cidade, mas na placa nova essas informações estão impressas na mesma chapa.

Por conta disso, mudar de cidade implicaria em mudanças no QR Code exclusivo que fica gravado no canto inferior da placa, exigindo sua atualização.

Esses problemas fizeram com que o Contran voltasse atrás e eliminasse os brasões do Estado e município.

Não parece, mas ela tem o mesmo tamanho

 

Na primeira vez que a nova placa foi revelada, houve a sensação de que ela era mais larga que a atual. Parte disso se dá por sua similaridade com as icônicas placas da União Europeia – essas sim, bem mais largas, com 52 cm.

A nova placa, porém, tem as mesmas dimensões da atual: 40 cm de largura por 13 cm de altura.

Ainda assim, o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) autorizou uma redução de até 15% no tamanho da placa em situações nas quais ela não couber no receptáculo do veículo, desde que o QR Code e a bandeira do Brasil sejam preservados.

Nossos vizinhos argentinos não tiveram a mesma sorte. Lá as placas antigas são mais estreitas (29,4 cm x 12,9 cm), o que pode exigir adaptações em veículos antigos regionais.

Como serão as sequências?

A flexibilidade do código alfanumérico permitirá à placa do Mercosul oferecer mais de 450 milhões de combinações. No sistema antigo, ainda vigente em alguns Estados, o teto de combinações era de 175 milhões.

Os sete caracteres da placa atual brasileira foram mantidos, porém com quatro letras e três números, e não mais três letras e quatro números.

Além disso, letras e números podem ser “embaralhados”, e não mais dispostos de maneira fixa em uma sequência LLL NNNN (em que L é letra e N, número).

Os países do Mercosul que adotarem a nova placa, inclusive, poderão estabelecer essa distribuição de maneira distinta.

Por exemplo, enquanto na Argentina a sequência tem sido LL NNN LL, no Brasil ela será inicialmente LLL NLNN para automóveis e LLL NN LN para motocicletas.

Como ficará a sequência em carros já emplacados?

Como a nova placa manterá a quantidade de caracteres, porém com mudanças na sequência de letras e números, quem fizer a troca da placa antiga pela nova em um veículo já registrado verá o segundo número (da esquerda para a direita) ser substituído por uma letra de acordo com a tabela abaixo:

Como é Como ficará
0 A
1 B
2 C
3 D
4 E
5 F
6 G
7 H
8 I
9 J

Com isso, uma placa QUA 1960 se transformará em QUA 1J60, com o “J” dando lugar ao “9”.

É importante ressaltar que, ao contrário do que aconteceu na migração das placas amarelas para cinzas, o proprietário não poderá mudar a sequência da placa do seu veículo na troca.

Não tem sequência proibida – por enquanto

A adição de mais uma letra à placa brasileira permitirá diferentes combinações, incluindo algumas engraçadinhas.

QUATRO RODAS questionou o Denatran se haverá alguma sequência específica que será bloqueada para uso, como FDP, KCT ou PIN7O, por exemplo.

O órgão informou que essas sequências “estão sendo analisadas tecnicamente para que sejam destinadas a determinados tipos de veículos como transporte público ou fiquem disponíveis para escolhas do próprio usuário (proprietário do veículo), se assim for do seu interesse”.

A probabilidade de que haja restrições, porém, é alta. Nos Estados Unidos e na Alemanha há limitações para evitar problemas nos cadastros de multas e até impedir apologias ao nazismo.

Como vou saber de qual cidade é um determinado veículo?

Hoje em dia é fácil identificar o Estado e município onde um automóvel foi registrado, pois essas informações ficam em uma plaqueta na parte superior da placa.

No novo padrão, porém, esse espaço é reservado exclusivamente para o país de registro do veículo. A identificação de Estado e cidade aconteceria por meio de brasões oficiais na lateral direita da nova placa.

Como dissemos acima, após uma mudança do Contran, a nova placa não terá mais os símbolos que permitiriam a identificação de local de registro do veículo.

Por conta disso, a principal forma de o cidadão saber onde o carro está registrado é usando o aplicativo Sinesp Cidadão, que também avisa se o veículo tem registro de furto.

Mas as sequências destinadas a cada Estado foram mantidas, levando em conta apenas a conversão de número para letra já citada. O Paraná, por exemplo, usará o intervalo AAA 0A01 até BEZ 9J99 (no sistema antigo era AAA 0001 a BEZ 9999).

Isso permitirá que você saiba, ao menos, qual foi o primeiro Estado de registro de cada carro.

Como serão identificadas as diferentes categorias de veículos?

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Outra coisa que ficará mais difícil é saber se o carro é oficial, de aluguel (táxi) ou se está em testes.

Nas placas antigas essa identificação era feita pela cor de fundo e pelo tom das letras. Como no padrão Mercosul o fundo será sempre branco, somente a borda e as letras irão mudar de cor.

A maioria das placas vai apenas migrar a cor que era usada no fundo para as letras. Em veículos de teste a borda e os caracteres serão verdes, enquanto ônibus, caminhões e táxis usarão o vermelho.

 Os carros de coleção, porém, usarão caracteres cinzas, já que o preto é exclusivo dos automóveis comuns.
 
Deixar os pneus em dia também é muito importante, #VempraFernandes!

OS REQUISITOS PARA OBTER A PLACA PRETA PARA CARROS ANTIGOS

Fonte: Genial Seguros

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Veja o que é necessário para conseguir o Certificado de Originalidade de carros antigos para obter a placa especial de veículos de coleção

Os adeptos do Antigomobilismo são aqueles que se dedicam à restauração e à manutenção de veículos antigos. No Brasil, os carros antigos de colecionador recebem uma placa especial e ficam dispensados de certas exigências, feitas para carros que não são de coleção.

Assim como táxis têm placa vermelha e veículos diplomáticos têm placa azul, os carros de coleção têm direito a uma placa preta.

Isso deve mudar em breve, quando as placas coloridas brasileiras forem substituídas pelas placas do Mercosul. Quando isso ocorrer, a placa especial dos carros antigos será branca com letras e números prateados.

A obtenção de uma placa preta exige que o proprietário tenha um Certificado de Originalidade para o seu carro antigo. Esse documento atesta que o veículo foi fabricado há mais de 30 anos, conserva suas características originais de fabricação e integra uma coleção.

O Certificado de Originalidade deve ser reconhecido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e emitido por uma entidade credenciada e reconhecida pelo Denatran.

Essas entidades devem ser pessoas jurídicas sem fins lucrativos, instituídas para a promoção da conservação de automóveis antigos e para a divulgação dessa atividade, como os clubes de colecionadores de carros antigos.

Os clubes geralmente cobram uma taxa para realizar a vistoria e conceder o Certificado de Originalidade ao veículo. Após consegui-lo, o proprietário do carro antigo deve providenciar sua mudança de categoria junto ao órgão de trânsito.

O Certificado de Originalidade é necessário para fazer o registro do veículo.

Carro antigo deve manter suas características originais

O Certificado de Originalidade e a placa preta se destinam aos veículos conservados e originais, isto é, com um mínimo de 70% a 80% das suas características originais.

Alguns itens, por sua importância ou valor estético, não podem ter sofrido qualquer alteração em suas características originais, como:

– Pintura e cores fora do padrão original de época;

– Interiores alterados, sem cores ou materiais originais de fábrica ou o mais próximo possível (como desenhos e costuras);

– Rodas não originais de fábrica;

– Motor ou partes cromadas;

– Parte inferior suja ou enferrujada;

– Reparos sem qualidade ou com utilização de massa. Funilaria e pintura devem ter qualidade de restauração. Partes metálicas devem ter sido refeitas, e não corrigidas com massa.

– Sujeira e encardidos;

– Pintura deteriorada e sinais de ferrugem;

– Tapeçaria suja ou encardida.

Benefícios da placa preta

A placa preta traz uma série de benefícios ao proprietário do carro antigo. Além de reconhecer seu valor histórico, dispensa o veículo do disposto nos artigos 104 e 105 do Código de Trânsito Brasileiro.

Em outras palavras, os veículos de placa preta ficam dispensados da inspeção veicular para controle de emissão de gases poluentes e ruído e dos seguintes equipamentos obrigatórios:

– Cinto de segurança;

– Encosto de cabeça;

– Dispositivo destinado ao controle de emissão de gases poluentes e de ruído;

– Air bag frontal para o condutor e o passageiro do banco dianteiro.

 #VempraFernandes pra deixar os pneus em dia!