10 CONSELHOS AO MOTOCICLISTA INICIANTE

Fonte: G1

A inexperiência tem prazo de validade curto. Quanto mais você pratica, mais você aprende, e pilotar uma motocicleta não foge a esta regra. Acumular quilômetros rodados te dará cada vez mais capacidade de dominar o veículo de maneira automática e segura, quase como se fosse uma extensão de seu corpo. Porém, para facilitar a vida dos que estão começando, coloco aqui 10 dicas e conselhos importantes:

1 - POSICIONAMENTO AO GUIDÃO
No começo, o nervosismo pode resultar em uma postura de pilotagem excessivamente rígida, o que não ajudará em nada a condução. Tente assumir uma posição natural ao guidão – isto já é meio caminho andado para pilotar bem.

Motos também exigem uma boa dose de energia física para serem conduzidas. Então, qual o segredo para alcançar o meio-termo ideal entre o necessário relaxamento e a força para atuar de maneira correta e se sentir “no comando”? Manter ambos joelhos pressionando levemente o tanque e segurar o guidão com firmeza (mas sem exagero) é o ideal para fazer com que moto e condutor formem um conjunto único.

Esse conceito de integrar homem e máquina é a mais manjada e perfeita das regras para levar bem uma moto. Seja nas mudanças de direção, curvas acentuadas ou frenagens, ter sempre em mente que você e a moto devem formar uma só peça fará toda a diferença.

2 – USE O EQUIPAMENTO CERTO
A lei obriga a usar capacete. O bom senso manda usar luvas, calçados de cano alto e um traje – calça e jaqueta – com proteções nos pontos cruciais. Mas não exagere. Se você está começando a pilotar uma moto pequena, usar um macacão de couro igual ao do Valentino Rossi só irá atrapalhar seu aprendizado.

Visto que as primeiras centenas de quilômetros ao guidão devem obrigatoriamente ser percorridas em baixas velocidades, o grau de proteção dos seus trajes pode ser leve, para que haja conforto.

Capacetes abertos, os chamados tipo “Jet”, sem proteção para o queixo, são menos seguros em caso de uma queda, mas bons para evitar a claustrofobia nos treinos em baixa velocidade. Botas de cano alto sem solas exageradamente grossas são aconselháveis para “sentir” melhor os comandos de câmbio e freio traseiro, e o mesmo vale para luvas, que não precisam ser grossas demais para não anularem a necessária sensibilidade nas mãos.

3 – SAIBA FREAR
A maioria das moto-escolas ensina que é o freio traseiro que manda nas frenagens, e ao dianteiro cabe um mero papel de coadjuvante. Este é um erro grave. Na vida real, para parar de verdade é o freio dianteiro que deve ser usado com maior intensidade.

Para aprender os segredos de como frear bem, procure uma rua tranquila, um pátio de estacionamento vazio ou qualquer lugar onde você esteja seguro para repetir frenagens em baixa velocidade, alternando o uso dos freios dianteiro e traseiro até entender como cada um atua. Logo você perceberá que o melhor resultado será conseguido ao aplicar cerca de 70% da força de frenagem na dianteira, deixando ao freio traseiro apenas a função de equilibrar a moto na desaceleração.

4 – CUIDE DOS PNEUS
Motocicletas em movimento têm apenas duas pequenas áreas de contato com o solo, os pneus. Por isso, é muito importante cuidar bem deles. Pneus de má qualidade ou desgastados afetam de maneira brutal a dirigibilidade. Escolher marcas boas (dê preferência ao equipamento padrão com o qual a moto sai da fábrica) e não alterar as medidas recomendadas são as regras a serem seguidas.

Outra atitude obrigatória é respeitar a recomendação estabelecida pelo fabricante para a pressão, lembrando sempre que a medida correta será sempre obtida com os pneus frios, uma vez que o natural aquecimento devido ao atrito com a pavimentação altera a medição.

Uma pressão abaixo da especificada pelo fabricante deixa as respostas da motocicleta mais lentas, aumenta o consumo tanto de pneus quanto do combustível e, em casos mais graves, pode provocar danos às carcaças dos pneus, comprometendo a segurança. A pressão excessiva torna a moto arisca demais, instável na transposição de qualquer defeito do pavimento, e diminui ainda mais a já pequena área de contato com o solo.

5 - APRENDA A ESTACIONAR
Aprender a estacionar sua motocicleta de maneira correta pode evitar problemas e cenas constrangedoras. Quando o piso é plano e regular, sem degraus ou imperfeições, não há muito segredo. Seja com o cavalete lateral ou com o central, o sucesso da operação é quase sempre garantido. Porém, o mundo não é todo planinho e nem sempre a fresta que você achou para estacionar tem um piso perfeito.

Regra número zero é jamais estacionar sua moto em uma via íngreme com a roda dianteira embicada no meio-fio, uma vez que, na hora que você precisar sair, empurrar a moto para trás pode resultar em uma tarefa impossível, digna de Hércules.

Outra arapuca na qual os motociclistas inexperientes caem com frequência é não prestar atenção na inclinação da via e escolher estacionar de maneira tal que o cavalete lateral não consiga deixar a moto em um ângulo estável. Tanto muito em pé quanto muito deitada resulta em problemas. No primeiro caso, qualquer esbarrão pode derrubá-la; no segundo, ela ficará inclinada demais exigindo força exagerada para ser colocada em posição de partida.

Uma dica importante nesses estacionamentos em locais íngremes é deixar a primeira marcha engatada, o que funcionará como um freio de estacionamento. Já quanto a usar o cavalete central, a regra é simples: nas ruas íngremes a roda dianteira deve estar apontada para a parte mais elevada da via, mas não de modo a tornar a tarefa de tirá-la do cavalete algo impossível.

6 – LEMBRE-SE DAS TRAVAS E CAVALETE
É mais comum do que se imagina que a pressa e a distração acabem provocando pequenos acidentes que podem ter consequências nem tão pequenas assim. Nos referimos ao eventual esquecimento de recolher o cavalete lateral ao sair ou deixar de retirar travas antifurto.

Tanto em um como em outro caso, o dano pode ser apenas material, com um arranhão cá ou uma entortada lá, mas às vezes um cavalete esquecido aberto pode fazer com que você perca o controle de sua moto em uma curva. Como evitar isso? Sendo atento e criando procedimentos, rituais que você deve incorporar ao seu dia a dia no guidão.

7 – SEMPRE SINALIZE
Usar pisca-pisca é fundamental não só para a segurança do motociclista como também dos restantes usuários da via, sejam eles outros condutores de veículos ou pedestres. Aliás, quanto mais você usá-los, maior será a segurança geral. Pisca-pisca não gasta, não dói e ao contrário da buzina, não chateia ninguém. Seja para uma simples mudança de faixa em uma avenida, para entrar em uma via transversal ou fazer uma conversão, usar o pisca-pisca é quase como convocar um anjo da guarda suplementar.

Do mesmo modo que você deve se acostumar a usá-lo com frequência, deve habituar-se a desligá-lo, uma vez que apenas algumas motos – todas elas grandes e caras – possuem sistemas de desarme automático como nos automóveis.

8 - SEJA VISTO
Dar preferência a trajes de cores chamativas é algo que ajuda muito a segurança do motociclista. Caso prefira jaquetas de cores escuras (que sujam menos), avalie com carinho o uso de coletes ou ao menos as faixas de material reflexivo, que vão fazer te deixar visível quando o farol de outros veículos apontar para você.

Outro fator fundamental da segurança do motociclista é jamais descuidar das lâmpadas: infelizmente a maioria das motocicletas ainda usa uma só lâmpada na lanterna traseira – e ainda por cima de filamento único e incandescente. Ou seja, quando queima, a escuridão é total. Ter lâmpadas de reserva e saber como fazer troca é um dever. O mesmo vale para as lâmpadas de pisca-pisca e de farol.

9 - “LEIA” O PAVIMENTO
Infelizmente, o Brasil é um país onde a maioria das cidades tem uma pavimentação péssima, quando tem. Com vimos no item “pneus”, motocicletas são sensíveis por conta da pequena área de contato com o solo.

Um motociclista iniciante tem como tarefa aprender a “ler”o chão à sua frente e saber se comportar ao guidão conforme o caso. No asfalto liso e seco não há problemas. Porém, asfalto brilhando demais faz a moto reagir de um jeito, asfalto claro demais, de outro, rugoso demais, outro ainda. E o que dizer dos pisos de paralelepípedo, bloquete, das “estradas de chão” ou de rodar nas cidades praianas onde areia solta é algo comum?

Sair dessa sinuca de bico requer uma e uma só coisa: muuuuita atenção! Olhar sempre para onde sua roda “pisará” é a lei para não se ver de pernas para o ar sem mais nem menos.

10 - POSICIONAMENTO NA PISTA
Motos são pequenas, rápidas e muitas vezes os outros usuários da via simplesmente não as veem. Seja previdente e busque posicionar-se de maneira muito visível.

Andando atrás de automóveis, evite os que tem vidros escurecidos, que te impeça de ver o que está à frente dele. Além disso, tente ficar em uma posição onde você enxergue nos espelhos retrovisores os olhos do motorista, pois se você está vendo os olhos dele, ele estará te vendo também.

Em estradas ou vias expressas, tente rodar a uma distância de pelo menos dois ou três “carros” do veículo à frente (12 a 15 metros). Quanto maior a velocidade, maior deve ser o espaço, garantindo a você tempo de reação em uma emergência.

Outra regra “de ouro” é rodar seguindo a trilha dos pneus do veículo à frente, especialmente em piso molhado. Ali haverá menos água, além de ser menor a chance de atropelar um objeto solto na estrada.

Para cuidar muito bem de seu pneus conte com quem entende do assunto: Casa Fernandes Pneus

ASFALTO DE MÁ QUALIDADE PODE COMPROMETER O AMORTECEDOR

Fonte: Garagem 360

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Fundamental para a segurança do veículo, o amortecedor é responsável pelo desempenho correto da suspensão e pelo contato permanente dos pneus com o solo.  Como qualquer outra peça, precisa de revisões regulares, especialmente se o veículo circular por estradas ou ruas com o asfalto irregular. Isso pode causar desgastes excessivos ao componente, comprometendo a estabilidade.

Revisão

A Casa Fernandes Pneus recomenda a checagem preventiva dos amortecedores a cada 10 mil quilômetros de uso, ou conforme a orientação da fabricante do veículo. Porém, uma avaliação imediata deve ser feita caso o motorista perceba qualquer problema com a suspensão.

Quando o amortecedor está deteriorado, os riscos de aquaplanagem e redução de estabilidade são elevados. Isso pode fazer com que o motorista perca o controle em curvas e cause um acidente. Uma peça em mau estado também interfere diretamente na capacidade de frenagem do carro.

Sinais

Trepidações, solavancos, barulhos excessivos e metálicos são alguns dos sinais de que algo não está bom. Desgastes na parte central do pneu também podem indicar um problema nos amortecedores. Caso perceba qualquer um desses sinais, o motorista deve procurar uma oficina especializada. Isso impede que a situação se agrave e que a segurança não seja comprometida.

#VempraFernandes e deixe sempre seu carro em dia,evite acidentes e/ou imprevistos.

CINCO LUGARES PARA FAZER BATE E VOLTA PRÓXIMOS DE SÃO PAULO

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Quem não tem tempo de fazer viagens longas, pode conhecer pontos turísticos pertinhos de São Paulo. Confira!

Muita gente que mora em São Paulo não abre mão das funcionalidades que a cidade oferece. É tanta agitação que tem hora que dá vontade de fugir para um lugar mais tranquilo. Mas, quem conhece o típico paulistano sabe que quase sempre os planos de uma viagem ficam postergados.

Fique tranquilo! O Portal do Governo de São Paulo traz cinco dicas de cidades turísticas bem próximas da capital paulista para quem tem pouco tempo de fugir da rotina corrida. A partir de agora você não tem mais desculpas para adiar o seu descanso.

Paranapiacaba trem

Quem está procurando um lugar tranquilo para passear não precisa ir muito longe. Com um toque britânico, a charmosa Vila de Paranapiacaba, pertencente ao município de Santo André, está localizada no limite entre o Planalto Paulista e a Serra do Mar. São aproximadamente 40 quilômetros da capital, com opção do acesso de trem da CPTM. Aos domingos, é possível viajar pelo Expresso Turístico da CPTM que sai da Estação Luz.

A Vila, nomeada pelos índios tupis, tem no seu nome o significado “de onde se vê o mar” e surgiu a partir da ocupação inglesa na Serra do Mar para a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, no final do Século 19. O local é uma boa opção para os amantes da natureza e também de história.

São Roque

são roque

Outra boa opção para quem pretende ir e voltar no mesmo dia. A apenas 70 quilômetros da capital, a cidade conserva os ares de interior. No inverno, um bom vinho é a pedida ideal para aproveitar o clima gelado.

Quem vai com crianças no fim de semana pode aproveitar o Ski Mountain Park e a Fazenda Angolana. São atrações bem diferentes: o parque conta com pista artificial de esqui e outras atividades. Já na fazenda, os pequenos podem entrar em contato com a natureza e com animais.

Para os adultos, todos os anos, durante a primavera, São Roque sedia a maior festa do Estado voltada aos admiradores da alcachofra e vinhos. São preparados diferentes pratos com base na flor que se destacou na cidade e, como não poderia faltar, são servidas rodadas de vinhos para degustação.

Holambra

holambra

Um pedacinho da Holanda no Brasil! Localizada a pouco mais de 130 quilômetros de São Paulo e conhecida pelo cultivo de flores, a mistura dos dois países está sempre presente nessa charmosa cidade. Para quem não sabe, o projeto inicial dos imigrantes holandeses responsáveis por povoar Holambra era fazer da região a maior produtora de leite, e não de flores. A troca, idealizada pelos brasileiros e holandeses, deu certo. Hoje, a cidade é a principal exportadora do Brasil.

Embu

embu

Localizada a apenas meia hora da capital paulista, na região de Itapecerica da Serra, Embu das Artes encanta por suas ruas de paralelepípedos e construções arquitetônicas típicas dos tempos do Brasil Colônia. Conhecido pela famosa feira de arte e artesanatos, realizada desde a década de 1960, o município recebe milhares de visitantes todos os fins de semana em busca de arte, cultura, lazer e boa gastronomia.

Embu das Artes fica a 30 minutos do centro de São Paulo. A melhor via de acesso ao município é a Rodovia Régis Bittencourt (BR 116), pelos quilômetros 279 e 282, a partir da Marginal Pinheiros, em São Paulo, e pela Rodovia Raposo Tavares/ Rodoanel ou também pela Avenida Prof. Francisco Morato. De metrô ou ônibus, é recomendável descer na estação Campo Limpo, da linha 5-Lilás (Capão redondo – Santo Amaro) do metrô. De lá, sai o ônibus intermunicipal com o letreiro Embu Centro, que vai até o centro de Embu das Artes. Assim como no metrô Capão Redondo.

Santos

santos

A cidade mais conhecida do litoral de São Paulo fica a pouco mais de 70 quilômetros da capital. Berço do maior porto da América Latina, é também o maior município do litoral paulista. Por lá, além de toda a extensão da praia, há uma série de opções de lazer. O Aquário de Santos é um deles e é um dos mais visitados pelos turistas. Criado em 1945, é o mais antigo do país.

A cidade também abriga o Museu do Café, instalado no edifício da Antiga Bolsa Oficial do Café. O espaço apresenta ao visitante toda a trajetória da iguaria no Brasil e no mundo, com opções para degustação e compra.

Para conhecer todos esses lugares é preciso pneus em bom estado e estar com a revisão do carro em dia, vem pra Casa Fernandes Pneus que te ajudamos nisso!

 

TRANSPORTE DE ANIMAIS NO CARRO

Fonte: Pet love

Seja para uma viagem longa, uma ida ao veterinário ou apenas um passeio na casa da vovó, muito provavelmente alguma vez na vida você vai andar de carro com seu animalzinho. Mas o transporte de animais no carro exige alguns cuidados em prol da segurança, para isso existem leis que obrigam os motoristas a prestarem atenção nestes cuidados, sob a pena de multas.

Mas hoje em dia existem inúmeras soluções para você fazer uma road trip com seu peludo sem perigo e dentro da lei.

Por dentro da lei

Segundo o CTB (código de transito brasileiro) a Lei nº 9.503 de 23 de Setembro de 1997 possui alguns artigos que se aplicam ao transporte de animais no carro. São eles:

Art. 235. Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo para transbordo.

Se o motorista infringir essa lei, ele pode perder até 5 pontos na carteira, além de pagar uma multa de R$127,69 e até mesmo ter o carro apreendido!!

Art. 252. Dirigir o veículo:

 II – transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas;

Infração – média;

Penalidade – multa.

Muito comum as pessoas levaram o animalzinho no colo e ainda deixá-lo curtir o vento com a cabeça para fora. Pois é, mas isso pode gerar uma multa no valor de R$85,13 (além do perigo).

Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:

Infração – leve;

Penalidade – multa.

Se o animal está solto no carro, ele oferece risco ao motorista, podendo tirar a atenção do mesmo da direção. Ficar andando de um lado para outro, pular no colo do motorista, entre outras trapalhadas típicas dos nossos bichinhos, podem causar acidentes e por isso entram nesse artigo de lei, gerando uma multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira.

Formas seguras no Transporte de animais no carro

O transporte indevido do seu animalzinho no carro não causa apenas a perda de pontos na carteira e uma multa para pagar, isso pode gerar acidentes graves e colocar em risco a sua segurança e a do seu pet.

Por isso hoje em dia existem algumas ferramentas que permitem levar seu bichinho para passear de carro de forma segura e confortável.

Caixinha de transporte

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Essa sem dúvida é a forma mais indicada e segura: colocar seu cachorro ou gato dentro da caixinha rígida e prender a alça com o sinto de segurança. Pronto! Seu pet vai estar seguro e confortável dentro da casinha e ela ficará bem presa por conta do sinto, evitando o risco de se soltar ou tombar. Lá em casa é assim que a Sunny passeia de carro (e olha que ela ama).

Esse método é o mais indicado para o transporte dos gatos (me atrevo a dizer que até o único). Felinos odeiam mudanças, ainda mais se for para ficar chacoalhando de um lado para o outro na estrada. Na caixinha ele se sentirá bem protegido e, por ser um ambiente firme, quase não vai sentir o remelexo do carro.

Claro que, para isso funcionar, seu animal deve estar habituado a andar dentro de uma dessas caixinhas, mas é fácil treiná-los e a adaptação é bem rápida.

Cadeirinha

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Essa pode ser uma boa opção se o seu animalzinho não curtir muito ficar preso dentro da caixinha, já que permite uma sensação maior de liberdade.

Funciona assim: a cadeirinha (que é praticamente um cestinho) vai presa no banco do carro e o animalzinho preso pela coleira dentro dessa cadeirinha.

São recomendadas para cachorros pequenos até uns 10 quilos. Gatinhos também podem andar desta forma, mas acho que estressaria ainda mais o bichinho =/, para eles a caixinha ainda é a melhor opção.

Cinto de segurança

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Para cachorrinhos de todos os tamanhos, especialmente os grandões, o cinto de segurança é uma ótima opção.

É como se fosse uma guia normal que você prende direto no lugar que prende o cinto do carro.

Muitas pessoas prendem a guia normal do cachorro no cinto de segurança do carro e isso é errado e perigoso da mesma forma. O cinto para transporte de animais é especial para isso e possui um tamanho que faz com que o cachorro fique firme e não tenha liberdade no banco de trás (o que pode atrapalhar o condutor).

Existem modelos que prendem na coleira, mas o peitoral seria o mais indicado pela segurança do próprio cachorrinho. Mas lembre-se de comprar um produto de qualidade para que cumpra os objetivos dele, que é manter seu animal seguro caso aconteça algum acidente.

Grade de segurança

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Se o seu animal é muito grandão, além do cinto, você deve providenciar uma grade de proteção. Existe de diversos materiais e formatos. Ela é colocada entre o banco de trás e a parte da frente do carro. Assim, seu cachorrão curioso não vai conseguir colocar a cabeça do seu lado para xeretar se você está dirigindo bem, evitando assim, motivos para sua distração.

Mesmo com todos os aparatos de segurança e tudo nos conformes dentro da lei, não é todo bichinho que curte um passeio de carro. Por isso lembre-se sempre de deixar o carro bem ventilado e fresquinho, não dar muita comida antes de fazer uma viagem um pouco mais longa e, se seu animal não gostar mesmo desses passeios, não força-lo para evitar um estresse ao bichinho.

Para viajar com os bichinhos também precisa de revisão, passe na Casa Fernandes Pneus mais próxima de você! 

FÁBRICA DA BAHIA, NO BRASIL, É O PRIMEIRO POLO 4.0 DA PIRELLI NA AMÉRICA LATINA

Fonte: Revista Moto Adventure

Pirelli Brasil

No triênio 2018-2020, investimentos de mais de 250 milhões de euros já estão incluídos no plano industrial 2017-2020

Pirelli

A Pirelli anuncia investimentos de mais de 250 milhões de euros (mais de 1 bilhão de reais) nos próximos três anos na América Latina – valor já incluso no plano industrial 2017-2020 apresentado à comunidade financeira no ano passado por ocasião do IPO -, alinhados a estratégia de empresa global focada em pneus Consumer do segmento High Value. O anúncio foi feito pelo vice-presidente executivo e CEO Mundial, Marco Tronchetti Provera, durante a apresentação da fábrica 4.0 de Feira de Santana, na Bahia, na presença do vice-presidente sênior da área Industrial, Francesco Sala, e do vice-presidente sênior para América Latina, Paul Hembery.

Em linha com a estratégia do grupo, os investimentos serão destinados à constante modernização das instalações produtivas locais – como demostrado no polo da Bahia, e para o desenvolvimento do High Value (pneus Prestigie, New Premium, Specialties e SuperSpecialties), também por meio da conversão parcial da produção Standard em High Value. Esta conversão, que está sendo realizada no triênio 2018-2020, representará cerca de 20% da capacidade High Value da região até o final de 2020. Os investimentos permitirão satisfazer a demanda por pneus de alto de gama, tanto dos mercados locais quanto, em particular, da área Nafta da qual o Brasil representa uma das fontes integradas de fornecimento. Nos últimos quatro anos, a Pirelli já havia investido cerca de 250 milhões de euros (mais de 1 bilhão de reais) na América Latina – de acordo com o plano industrial 2013-2017 – para a constante modernização tecnológica das fábricas, a adequação das instalações à nova produção local New Premium e o início do projeto de digitalização dos processos produtivos.

Com o crescimento de 11,1% da receita da América Latina – 915,7 milhões de euros -, atualmente a América do Sul, onde a Pirelli está presente há mais de um século e dispõe de 5 fábricas, representa cerca de 17% da receita total (o equivalente a 5,35 bilhões de euros em 2017) e uma das mais estrategicamente relevantes macrorregiões geográficas do grupo. A fábrica da Pirelli em Feira de Santana, no Estado da Bahia, é a unidade produtiva mais recente da Pirelli na América Latina. Construída em 1976 e ampliada em 2003 (e de propriedade da Pirelli desde 1986), a fábrica sempre usou os maquinários mais modernos e os processos mais avançados e, nos últimos anos, principalmente em 2017, transformou-se no primeiro polo tecnológico 4.0 da Pirelli na América Latina, com novos processos digitalizados e o uso de tecnologias avançadas. Do mesmo modo, as outras fábricas da região também serão progressivamente envolvidas no processo de digitalização e na modernização das instalações, alinhadas à estratégia do grupo.

“A América Latina sempre foi uma área chave para a Pirelli. No Brasil, particularmente, possuímos uma presença quase centenária, uma notoriedade extraordinária da marca e um conhecimento do mercado que nos permite captar as tendências dos consumidores e oferecer os produtos mais adequados às suas exigências em todos os segmentos do mercado. Os investimentos anunciados hoje permitirão melhorar ainda mais os padrões de produção das fábricas locais, em linha com a estratégia global High Value da Pirelli e com a transformação digital, que é parte integrante dessa estratégia e representa hoje um elemento imprescindível de competitividade”, declarou Marco Tronchetti Provera, vice-presidente executivo e CEO Mundial da Pirelli.

“A Pirelli inaugura uma nova fase na América Latina, com a introdução de novas tecnologias, processos e maquinário avançados, que permitirão à empresa atender à crescente demanda por produtos de elevado conteúdo tecnológico, já presente no mercado, especialmente nas montadoras já instaladas na região. Graças à transformação digital das fabricas e ao foco nos produtos de alto de gama, a Pirelli poderá reforçar, ainda mais, a própria liderança no mercado da América Latina e do Brasil, onde há anos somos considerados pelo prêmio Top of Mind como a marca mais reconhecida em todo o setor”, declarou Paul Hembery, vice-presidente sênior da Pirelli para a América Latina.

Passe na Casa Fernandes Pneus para conhecer a linha de pneus Pirelli.