TYRELIFE™ SEU PNEU PIRELLI AINDA MAIS PROTEGIDO, POR NOSSA CONTA

Perfuração, corte lateral e bolha são situações que podem ocorrer com o pneu do seu veículo no dia-a-dia. Agora com o TYRELIFE™ , essas situações não serão mais um inconveniente para você.

AVARIAS COBERTAS PELO TYRELIFE™

Com o serviço de proteção de pneus do TYRELIFE™, a Pirelli garante a substituição 
sem custo adicional dos pneus que vierem a sofrer danos acidentais e irreparáveis,
como perfuração, corte lateral e bolha. Todas as informações sobre o serviço
de proteção de pneus TYRELIFE™ , tais como de vigência, poderão ser encontradas no regulamento.

Perfuração, corte lateral e bolha

 

COMO ME CADASTRAR?

O processo de cadastro é feito exclusivamente por uma das
Revendas Oficiais Pirelli no momento da compra. 

Como me cadastrar?

 

COMO ACOMPANHAR O MEU TYRELIFE™ ?

Acesse o website My Pirelli com o usuário e senha disponibilizados após o cadastro
e acompanhe as informações abaixo:

  • Validade do TYRELIFE™
  • Dados pessoais
  • Informação dos pneus comprados
  • Documentos Legais (Regulamento, Política de Cookies, Informações legais e Política de Privacidade)

PRAZO DE VALIDADE

O prazo de validade inicialmente é de 6 meses contados a partir da data da compra,
podendo ser estendido por mais 6 meses, de acordo com as regras descritas no regulamento.

CONSULTE COMO PARTICIPAR NO REGULAMENTO
Prazo de validade

 

EM CASO DE DANOS

Procure uma Casa Fernandes Pneus mais próxima e apresente o pneu com o dano ocorrido.

* Válido na compra de dois ou mais pneus PIRELLI, consulte no regulamento os pneus participantes.
** O período máximo para o cadastro do TYRELIFE™ é de 30 dias corridos a partir da data da compra.

#VempraFernandes

7 DICAS PARA ESCOLHER UM CAPACETE SEGURO E CONFORTÁVEL

Fonte: Moto Adventure

Confira alguns critérios que devem ser adotados na hora de comprar o equipamento, fundamental para a segurança do motociclista

Texto: Eduardo Betinardi

O Brasil conta com cerca de 28 milhões de motocicletas ou motonetas em sua frota, de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). É seguro afirmar que existem, no país, ao menos 28 milhões de capacetes, dada a sua obrigatoriedade de uso, segundo a resolução do Contran.

E se chegou o momento de comprar um capacete novo ou trocá-lo, como escolher? Hoje, o mercado nacional conta com uma grande variedade de opções, com linhas especiais para trabalhar, passear e viajar. O consultor de vendas e de Desenvolvimento de Produtos da Laquila, empresa líder do mercado de motopeças na América Latina, Bruno Rodrigo Neves, dá dicas para reduzir as opções disponíveis e definir critérios na hora de fazer a escolha.

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Confira algumas indicações do especialista que devem ser seguidas na hora de comprar o equipamento:

Quantidade de uso: um piloto que usa apenas no fim de semana ou férias difere de quem trabalha com a moto no dia a dia. Nesse contexto, é importante pensar na durabilidade, com custo-benefício. Em geral, os capacetes contam com três anos de validade, mas é importante observar alguns aspectos: o forro, a viseira e a cinta jugular. “O que manda é a vida útil e não a validade. É preciso cuidar, por exemplo, se o parafuso da cinta jugular está frouxo, porque, em caso de acidente, ele pode permitir que o equipamento voe”, diz Neves.

Tipo de uso: qual o uso da moto? Para viagens em estradas? É um veículo de trabalho? Para rodar na cidade nos fins de semana? Nas scooters, em geral, é comum se adquirir o capacete aberto, mas vale ressaltar que eles são menos seguros, pois deixam o rosto exposto. “Os escamoteados são, por exemplo, têm maior índice de uso por pilotos de motos custom e bigtrail, além de serem uma boa opção para quem trabalha com entregas. Por ter a face móvel, que pode ser levantada e abaixada com muita agilidade, ele facilita a comunicação. No caso de um motoboy, pode fazer entregas sem nem sequer tirar da cabeça”, detalha o especialista.

como-escolher-um-capacete

Segurança: seja importado ou nacional, é importante investir em um capacete com a certificação do Inmetro. Além disso, uma das recomendações de Neves é apostar em uma viseira com pelo menos 2mm de espessura, capaz de proteger em caso de uma pedrada, por exemplo, e reduzir a possibilidade de riscos. “No ato de escolha, a visibilidade é fundamental, pois deve permitir um campo de visão maior e melhor”, explica Neves.

Tamanho: há lojas físicas que disponibilizam fita métrica para fazer a medida da cabeça, mas nem sempre o ato é eficiente. De acordo com Neves, o motociclista deve sempre apostar em um modelo mais justo, desde que não aperte a testa ou a parte superior da cabeça. “É bom sempre levar um pouco mais justo, porque ele acaba expandindo e se ajustando. É importante compreender a diferença entre apertado e justo. Na região da bochecha, por exemplo, é onde mais cede”, esclarece.

Use a narigueira: alguns modelos contam com a narigueira, que deve ficar na altura do nariz: se estiver muito para cima, significa que está apertada; se estiver para baixo, está sobrando. É importante que o motociclista conheça o formato do rosto e os modelos já adotados para saber o que mais lhe convém. Segundo Neves, o formato do rosto acaba determinando o modelo do capacete – pessoas mais bochechudas, com rosto mais fino ou comprido tendem a escolher opções diferentes.

como-escolher-um-capacete

Estilo: sua moto é do tipo custom, esportiva, street, naked ou scooter? Há capacetes para combinar com cada uma delas. E o estilo não está vinculado apenas ao aspecto estético, mas também à segurança. “O vento contra é algo comum ao pilotar. O desenho do casco faz diferença, porque uma moto esportiva de 1000 cilindradas atinge uma velocidade maior do que uma custom e mais rápido”, explica Neves.

Visibilidade em dias frios e chuvosos: um dos investimentos sugeridos por Neves para todo perfil de motociclista é investir em modelos com a tecnologia conhecida como pinlock. Trata-se de uma película encaixada na viseira, que permite 100% da visão em dias chuvosos, de frio ou neblina. “Mesmo respirando dentro do capacete, não vai embaçar”, completa o especialista.

Capacete perfeito, agora só falta o pneu: #VempraCasaFernandesPneus

OS CUIDADOS QUE VOCÊ TEM QUE TER COM OS PNEUS DO SEU CARRO NESTA QUARENTENA

Calibragem mais alta e movimentação do veículo são ótimas dicas para seu pneu estar sempre apto a voltar a andar

Nesta época de quarentena, tudo que não for essencial deve ser evitado. Quem pode, está trabalhando de home office e aquele companheiro do dia a dia é, muitas vezes, deixado parado, descansando na garagem: o carro. Neste momento especial que vivemos, esta medida é a correta. Entretanto, você sabia que precisa cuidar com carinho dos pneus do seu parceiro para que ele passe bem por esse tempo em reclusão? Não? Então vamos te explicar.

O primeiro ponto antes de deixar seu carro parado por um longo período é a calibragem. Deve-se utilizar sempre o maior valor indicado no manual do veículo, como se estivesse com a carga completa de peso, ou então, caso o veículo indique a mesma pressão também para o carro com carga máxima, a pressão deve então ser acrescida em, aproximadamente, 5 a 7 psi (aproximadamente +20%). Isso ajuda a deformar menos os pneus parados (efeito flat spot), além de não deixar eles vazios muito rapidamente caso haja algum micro vazamento na válvula, por exemplo. Para isso é importante também que o veículo seja sempre monitorado.

Os cuidados que você tem que ter com os pneus do seu carro nesta quarentena
 
 

Outro ponto importante é não parar, de forma alguma, sobre objetos ou pisos muito irregulares, bem como em poças de óleo ou outros produtos químicos ou derivados de petróleo. Estes líquidos possuem solventes ou outros tipos de materiais em sua composição que, ao entrar em contato com a borracha, podem acelerar o processo de deterioramento do pneu.

Além disso, o ideal é movimentar o carro semanalmente, nem que seja um breve empurrão para frente ou para trás, entre 30 e 40 centímetros, que já é o suficiente. Isso evita que o pneu fique sustentando todo o peso do veículo em um mesmo local por muito tempo. Para quem puder colocar o carro sobre cavaletes próprios para esse fim - sempre com muito cuidado e segurança, perdendo o contato com o solo - é ainda melhor.

Verifique visualmente os pneus para ver se há alguma protuberância ou deformação causada pelo carro ter ficado parado por um longo período de tempo ou pelas condições climáticas. Verifique também se há danos, cortes, abrasões e abaulamento do pneu. Lembramos que estas deformações (flat spot) no pneu podem ser temporárias ou definitivas, dependendo do tempo e condições em que o pneu ficou parado sustentando o peso do veículo. Quando o mesmo passar a rodar novamente essa deformação pode desaparecer (depois de aproximadamente 80km rodados) ou não. Caso essa deformação não desapareça, o pneu pode continuar com vibrações e instabilidade no volante, ruídos e desgaste irregular na banda de rodagem, devendo então ser substituído.

Quando a pandemia chegar ao fim, não se esqueça de calibrar os pneus novamente, incluindo o estepe, para a pressão indicada no manual do proprietário do veículo. Se tiver qualquer dúvida ou suspeita leve seu carro para ser examinado por um especialista em uma das centenas lojas Pirelli Performance Center espalhadas em todo o País. Seguindo essas dicas, seu carro estará apto a te dar segurança quando a pandemia passar e tudo voltar ao normal.

CUIDADOS ESSENCIAIS NA HORA DE SAIR DE CARRO

Fonte: Allianz Auto 

CUIDADOS ESSENCIAIS NA HORA DE SAIR DE CARRO

Sabemos que a recomendação geral é evitar sair de casa. Mas, em alguns casos, o deslocamento é necessário. Para quem tem carro em casa, existem alguns cuidados que podem ser tomados para garantir a segurança de todos e evitar o contágio pelo coronavírus, mas se puder, fique em casa.

Aqui, nós trouxemos algumas dicas de higiene para ajudar você a cuidar da sua saúde e do seu automóvel.

 

Limpe tudo que está ao seu alcance! Volante, maçanetas, câmbio, carpetes, bancos e até o encosto de cabeça. É muito importante manter todas as áreas em que há contato físico sempre higienizadas.

O primeiro passo é limpar as superfícies com detergente ou sabão neutro para remover sujeiras aparentes. Em seguida, limpe com um desinfetante de uso geral,
eliminando bactérias e microrganismos.

Nesse momento, manter as janelas abertas é a melhor opção. Mas, se você precisar usar o ar-condicionado, certifique-se de que a manutenção e a limpeza do
aparelho estão em dia.

Deixe o álcool em gel sempre por perto e use apenas para higienizar as mãos. Nunca borrife no painel do carro, pois existem áreas que podem ser danificadas!

Vai fazer algum pedido pelo Drive Thru? Então não se esqueça de colocar a máscara no rosto antes de sair de casa. Nesse momento, é muito importante evitar
qualquer tipo de contato físico.

E precisando de cuidados com os pneus do seu carro, #VempraFernandes

OS CUIDADOS QUE É PRECISO TER COM UM CARRO QUE FICA PARADO

Fonte: Quatro Rodas
Precisa deixar o carro estacionado na garagem durante algum tempo? Então, fique atento para evitar problemas que podem surgir, mesmo sem você ligar o motor

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Seu carro fica mais tempo parado em casa do que rodando na rua? Mesmo assim ele precisa de cuidados (Mauro Souza/Quatro Rodas)

Uber, aplicativo de carona, carro compartilhado, bicicleta, transporte coletivo. Atualmente, quem vive nas grandes cidades tem tantas opções que é cada vez mais comum o número de pessoas que está deixando o segundo automóvel mais tempo parado na garagem – e às vezes até o único veículo da casa.

Se esse é o seu caso, é bom saber que é preciso tomar algumas precauções para evitar uma dor de cabeça na hora em que você voltar a dirigi-lo.

Primeiro, é preciso saber quanto tempo pretende deixá-lo parado. Se for por até duas semanas, pode relaxar: não é suficiente para causar estragos. Mas é bom providenciar uma boa limpeza (por fora e por dentro) para manter a pintura em bom estado.

Verifique principalmente se não há restos de alimentos ou líquidos no interior e garanta que os revestimentos estejam perfeitamente secos. Migalhas de biscoito, por exemplo, podem atrair insetos e manchas de suco ou de refrigerante ficam mais difíceis de retirar com o tempo.

Encerar a carroceria é outra boa prática, pois evita que a sujeira grude na pintura. O ideal é guardar o automóvel em uma garagem coberta e bem ventilada, mas longe do sol. Caso não seja possível, providencie uma boa capa automotiva – precisa ter entrada para ventilação e forro que não cole na lataria quando chover.

William Oliveira, gerente da Dakar Auto Center, faz uma observação importante: “Se não for usar com fre­quência, é importante passar a trocar o óleo do motor e os filtros de acordo com o tempo, e não com a quilometragem”. Afinal, mesmo com o motor desligado, o lubrificante se degrada pela oxidação.

Um exemplo real: o Onix Joy pede troca aos 10.000 km, mas se rodar pouco, é considerado uso severo e deve ser substituído em seis meses. O mesmo vale para o fluido de freio: ele vence após dois anos caso não atinja os 20.000 km antes.

Mangueiras e correias

Atenção também aos pneus. “Se estiverem com pressão inadequada e ficarem estacionados por muito tempo, podem se deformar”, explica Oliveira. Se o veículo ficar imobilizado por mais de um mês, use a pressão indicada no manual para carga máxima.

Renato Sollitto, gerente de produto da Peugeot do Brasil, reforça que há outros itens que se degradam com o tempo. Mangueiras com pouco uso podem ressecar e rachar com mais frequência. E cuidado com as correias: no Onix, a dentada deve ser trocada após seis anos se não chegar a 60.000 km. Os limpadores de para-brisa precisam ser levantados para evitar que a borracha da palheta grude e se deforme em contato com o vidro.

O técnico Thiago Amaral das Chagas, da Auto Mecânica Kobata, lembra a importância de verificar o reservatório de gasolina da partida a frio: “Gasolina velha pode provocar a formação de goma, que pode entupir os dutos e ressecar as juntas do sistema”. O melhor é abastecer o tanquinho com gasolina Podium, que possui maior prazo de validade.

Já o ar-condicionado deve ser usado sempre, para lubrificar o sistema de vedação do gás e das mangueiras – vale até para quem roda com frequência e não aciona o ar. O ideal é ligá-lo por 30 minutos, a cada 15 dias.

Também é recomendado usar calços para manter o carro parado (em superfície plana), em vez do freio de mão, já que a umidade pode fazer com que os freios grudem mesmo se forem a disco. Se a parada durar mais de um mês, desconecte a bateria, já que há equipamentos que consomem energia com o motor desligado, como relógio, rádio ou alarme.

Carro no cavalete

No entanto, se a estadia for mais prolongada, acima de seis meses, por exemplo, é preciso tomar outros cuidados. Além do já recomendado, deixe o mínimo de combustível no tanque e apoie o veículo sobre cavaletes, para evitar que os pneus fiquem “quadrados”.

Ou então você pode apelar a um amigo de confiança e pedir que rode com o carro quando estiver fora. Afinal, a melhor precaução, é o uso (leia abaixo), nem que seja pouco, porque isso vai livrá-lo de toda essa trabalheira.

Rodar periodicamente é a melhor prevenção

Como qualquer máquina, o automóvel funciona melhor se for utilizado comfrequência. Rodar ao menos 5 km a cada 15 dias é o suficiente para manter o conjunto mecânico em bom estado. Mas atenção: não basta ligar o motor com o carro parado. Assim, apenas o motor estará sendo beneficiado.

“Itens da transmissão, como as juntas homocinéticas, e da caixa de direção, precisam ser movimentados para garantir a lubrificação de seus componentes”, afirma Thiago Amaral das Chagas, da Mecânica Kobata.

Além disso, rodar periodicamente também ajuda a evitar que a embreagem fique “colada”, por excesso de umidade. E evitar isso deixando um peso sobre o pedal da embreagem, por exemplo, não funciona: pode acabar provocando a fadiga da mola.