10 MULHERES E UMA LONGA VIAGEM DE MOTO ATÉ O DESERTO DO ATACAMA

Fonte: Revista Moto Adventure

Após se conhecerem pela internet, motociclistas com idades e profissões diferentes embarcam em uma aventura que promete marcar suas vidas

10 mulheres e uma longa viagem de moto até o Deserto do Atacama

Viagens de motocicleta ao Deserto do Atacama, no Chile, já não são mais novidade. Dezenas de homens pegam a estrada todos os dias. Mas que tal essa: um grupo de mulheres se conhece pela internet e resolve embarcar em uma aventura que promete marcar suas vidas! Essa é uma história incrível de amor pelas motos, de união, superação e aprendizado, que vale o registro, conforme você confere a seguir.

Tudo começou com a dona de casa curitibana Telma Crummenauer. Após andar por 26 anos na garupa do marido, aos 46, pediu e ganhou uma motocicleta. Passando por depressão, foi nela que encontrou forças para retomar o acelerador da sua vida. Foi a encontros, fez amizades, se reinventou. Mas como ainda não havia encarado uma longa viagem, ela se perguntou: porque não comemorar os 50 anos na estrada?

“A motocicleta me salvou. Formei um moto clube de mulheres, as “Filhas do Vento e da Liberdade”, somos mais de seis mil interagindo pelo Facebook. Há muito tempo vinha pensando nessa viagem, foi quando eu conheci a Gean Neide, que já deu a volta ao mundo de moto, rodou por 65 países sozinha. Ela me disse para reunir a turma, que ela nos levaria, e cá estamos”, explica.

Gean também teve a vida transformada pela motocicleta. A militar de 51 anos fez sua carteira de habilitação apenas aos 46, após passar por um segundo divórcio. O plano inicial era economizar no dia a dia, mas logo veio à tona o sonho de viajar sozinha, se concretizando com o passeio de Natal (RN) até o Atacama. Depois, ela não parou mais, lançou livros e deu palestras.

“Me coloquei à disposição para ajudar a todas que gostariam de resignificar a sua própria história, assim como eu. Para mim, levá-las é antes de tudo uma experiência social, é a oportunidade que tenho de quebrar paradigmas impostos socialmente e auto impostos pela crença em que mulheres são incapazes até mesmo de conviver e aprender com colaboração mútua”, afirma.

Para a experiente Gean a viagem pode parecer fácil, porém, para as demais, será tudo novidade. Assim como Telma, a maioria nunca viajou por longas distâncias. São mulheres entre 37 e 69 anos, com profissões, estilos de vida e motos diferentes. Elas nunca se viram pessoalmente, mas estão incrivelmente conectadas, prontas para o encontro no dia 3 de outubro, em Foz do Iguaçu, para o início da Expedição Rosas do Deserto.

“Serão sete mil quilômetros em 26 dias. Não fizemos muitos planos, iremos no nosso tempo, andando em grupo, sem deixar ninguém para trás. Vamos enfrentar temperaturas entre 8 e 40 graus, talvez até neve. Iremos acampar pelo caminho, dormir em barracas, nos aventurar. Será uma grande experiência, uma oportunidade única de aprendizado e lições para todas nós”, finaliza Telma.

QUEM SÃO AS ROSAS DO DESERTO?

– Kátia de Lima Silva – 53 anos, servidora pública aposentada, de Brasília (DF). Irá pilotar uma Triumph Tiger 1200 Explorer;

– Sulamita Morini – 58 anos, dona de casa, de Florianópolis (SC). Irá pilotar uma Kawasaki Vulcan 650;

– Sonia Anfuso – 56 anos, comerciante, de Tucumán – Argentina. Irá pilotar uma BMW GS1200;

– Telma Crummenauer – 50 anos, dona de casa, de Curitiba (PR). Irá pilotar uma Honda Shadow 750cc;

– Simone Freire – 56 anos, engenheira, de Natal (RN). Irá pilotar uma Honda NC750;

– Polyana Iark – 39 anos, médica veterinária, de Curitiba (PR). Irá pilotar uma Honda NC 700;

– Gean Neide – 51 anos, militar, de Natal (RN). Irá pilotar uma Honda NC 700X;

– Silvana da Costa Santiago – 53 anos, advogada, de São Paulo. Irá pilotar uma Kawasaki Vulcan 650S;

– Luciana Nicoforenko – 37 anos, servidora pública, de Foz do Iguaçu (PR). Irá pilotar uma Kawasaki Versys 650;

– Graça Santos – 69 anos, professora, de Natal (RN). Irá pilotar uma Honda CB 500.

Prepare a sua viagem em grupo! Venha até a Casa Fernandes Pneus e revise os pneus do seu veículo.

PIRELLI RENOVA PARCERIA COM MUNDIAL DE SUPERBIKE

Fonte: Revista Moto Action

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A Pirelli foi confirmada pela Dorna WorldSBK Organization como fornecedora oficial de pneus para todas as categorias do Campeonato Mundial de Superbike MOTUL FIM até o fim da temporada 2023. De acordo com o promotor e organizador da competição e com a FIM, a Federação Internacional de Motociclismo, a empresa italiana de pneus estendeu, conforme as condições contratuais, o atual contrato de fornecimento, que iria expirar em 2020, por mais três temporadas.

A Pirelli, em acordo com a Dorna e a FIM, também anuncia que, a partir de 2020, todas as categorias do Campeonato WorldSBK usarão exclusivamente pneus slicks DIABLO™ Superbike. Isso significa que, a partir da próxima temporada, WorldSSP e WorldSSP300 e a recém-nascida Yamaha R3 bLU cRU European Cup também terão a tecnologia e o desempenho máximos oferecidos pelo principal produto da linha Pirelli, que substituirá o pneu DIABLO™ Supercorsa SC usados ​​nessas classes.

Roberto Righi, vice-presidente executivo comercial Moto & Velo da região EMEA da Pirelli comentou a renovação do contrato: "O esporte a motor é historicamente uma parte importante do DNA da nossa empresa e a parceria da Pirelli e com o Campeonato Mundial de Superbike da FIM representa, sem dúvida, uma das colaborações de maior longevidade e sucesso na história. Essa renovação oferece continuidade à nossa estratégia corporativa, que nos últimos anos, permitiu a Pirelli se estabelecer como referência absoluta no segmento de competições. Com este acordo, a Pirelli também reafirma sua confiança na Dorna, organizadora e promotora do evento, garantindo que, juntos, possamos continuar a oferecer e desenvolver um Campeonato Mundial que atenderá aos pilotos, equipes e, é claro, aos fabricantes de motocicletas que, como a Pirelli, continuarão a reconhecer, no campeonato, uma excelente plataforma para desenvolver e promover seus produtos."

Marc Saurina, diretor executivo da área comercial, marketing e mídia descreve: "Ter a Pirelli conosco até 2023 é uma notícia excelente para o campeonato. Atingir o marco de ter fornecedor de pneus exclusivo mais longevo do mundo mostra realmente que esse é um relacionamento forte e sólido. 2023 marcará a 20ª temporada desta parceria de sucesso. Fornecer para todo o paddock do WorldSBK os pneus Pirelli e continuar vendo o desenvolvimento na vanguarda da tecnologia de pneus é realmente algo que eu e todos nós damos as boas-vindas. Estou ansioso pelo nosso futuro juntos".

Iniciada em 2004 e inicialmente projetada para conter os custos gerais da execução do campeonato, a parceria técnica estabelecida entre a Pirelli, a Federação, promotor, equipes e pilotos representou o primeiro exemplo de pneu exclusivo na história das principais competições de corrida. Agora, depois de quase vinte anos, provou ser uma escolha vencedora seguida por outros campeonatos de duas e quatro rodas, porque oferece a todos os pilotos e equipes as mesmas oportunidades de competir pela vitória, com um suprimento de pneus justo e idêntico para todos.

Desde o início de seu envolvimento no Campeonato Mundial, a Pirelli não se restringiu a desempenhar o mero papel de fornecedor único de pneus, mas tem sido um parceiro ativo do campeonato, contribuindo para a identidade e peculiaridades que sempre o distinguiram de outras competições de motos, aplicando também aos pneus a filosofia de 'produção' de motos de série. Portanto, a Pirelli opta por não fornecer soluções de protótipo ao campeonato, mas por pneus que podem ser comprados no mercado. E, mantendo-se fiel a essa filosofia, a empresa de pneus de Milão continuou inovando tecnologicamente e ditando a nova geração de pneus de corrida usados ​​em todo o mundo. Em 2013, pela primeira vez na história, a Pirelli abandonou os pneus de 16,5 polegadas a favor dos novos de 17", uma medida comumente utilizada por motociclistas de rua. Em 2018, o início de um desenvolvimento destinado a reescrever os parâmetros do mundo dos pneus para competição: a mudança para medidas maiores, com a dianteira usando 125/70 e a traseira 200/65, que a partir do próximo ano se tornará a medida padrão do WorldSBK.

Além disso, a escolha da Pirelli, que sempre ditou tendências, em fazer com que o WorldSSP, o WorldSSP300 e a nova Copa da Europa Yamaha R3 bLU cRU utilizem pneus slicks é o resultado da estratégia da marca para responder às mudanças do mercado. E, ainda, é uma resposta à evolução do desempenho das modernas máquinas de supersport de média e pequena cilindrada.

O objetivo da Pirelli é envolver gradualmente os campeonatos nacionais em que participa, oferecendo o mesmo produto que será usado nos campeonatos mundiais.De fato, as soluções slicks não são capazes apenas de garantir um melhor desempenho do que os pneus com ranhuras, permitindo que os motociclistas explorem todo o potencial de suas máquinas e também se tornem uma nova referência para todos os motociclistas e pilotos amadores que gostam de usar sua própria motocicleta na pista, participando de track days.

No WorldSBK, todos os pneus estarão nas medidas 200/65 na traseira e 125/70 na dianteira, e, de acordo com as regras, as motociclistas poderão usar, no máximo, 11 pneus dianteiros e 13 traseiros para cobrir todo o fim de semana de competição.

No WorldSSP, além da transição dos pneus com ranhuras para os slicks, os pilotos poderão contar com uma nova medida no composto traseiro de 190/60. Esta evolução seguiu a dos modelos de competição, maiores que os 180/60 usados ​​até agora e que o 180/55 comumente usados nas motos de rua. Em termos de quantidades, eles poderão usar no máximo oito pneus dianteiros e nove traseiros, durante o fim de semana. Além disso, em todas as corridas, sempre haverá duas alternativas para a dianteira, os modelos SC1 e SC2, e duas para a traseira, os modelos SC0 e SC1, mesmo que a Pirelli se reserve ao direito de substituir uma solução padrão por uma solução de desenvolvimento durante a temporada.

No WorldSSP300, com a transição para slicks, as quantidades disponíveis para os pilotos não serão afetadas: três para dianteira e três para a traseira. Os compostos também permanecerão com as medidas inalteradas: 110/70 no composto SC1 na frente e 140/70 no composto SC1 ou SC2 (de acordo com o circuito) na parte traseira.

Por fim, recebendo os inúmeros pedidos de clientes, pilotos e promotores de campeonatos em todo o mundo - como o CIV (Campeonato Italiano de Velocidade), no qual os pilotos já tiveram a oportunidade de testá-lo, a Pirelli decidiu que a solução traseira do SCX, introduzido este ano apenas no Campeonato Mundial de Superbike da MOTUL FIM como uma opção extra macia de pré-qualificação para ser usada durante o Superpole®, mas também utilizável para as corridas, passará a fazer parte da linha DIABLO™ Superbike e estará, portanto, disponível para todos os campeonatos, pilotos profissionais e amadores que desejam usá-lo.

"Eu acompanho este campeonato pela Pirelli desde o início de nossa aventura como fornecedor de pneus únicos para todas as classes", disse Giorgio Barbier, diretor de motorsport de motocicletas da Pirelli, "Estou satisfeito com essa renovação porque nos permitirá continuar trabalhando para oferecer aos pilotos, assim como a todos os motociclistas do mundo, o melhor desempenho possível nos pneus de corrida de motocicletas. A partir do próximo ano, com a troca de pneus slicks para todas as categorias, veremos melhoras significantes de performance. Em particular, o WorldSSP certamente se beneficiará de alterações no perfil frontal, com compostos e estrutura novos, enquanto a nova medida traseira 190/60 trará a classe para o desempenho das Superbikes de alguns anos atrás. O uso de pneus slicks ajudará a não provocar o desgaste do pneu em sessões matinais historicamente mais frias, graças também ao desenvolvimento de um composto traseiro SC2 dedicado que será alterado com o SC1."

A extensão do contrato no papel de fornecedor de pneus únicos para o Campeonato Mundial de Superbike MOTUL FIM é parte integrante do compromisso e do envolvimento da Pirelli no mundo das corridas. A Pirelli é fornecedora exclusiva de pneus do Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA® desde 2010 e está historicamente envolvida no Campeonato Mundial de Rally, no Campeonato Mundial de Motocross da FIM, no Campeonato Mundial de Endurance da FIM e em todas as competições de motor de quatro e duas rodas mais prestigiadas, além de em vários campeonatos nacionais.

Entre as motos, para citar apenas algumas, estão o Campeonato Britânico de Superbike, CIV (Campeonato Italiano), Superbike IDM (Campeonato Nacional Alemão), FSBK (Campeonato Nacional Francês) e o Campeonato Brasileiro de Superbike.

#VempraFernandes

 

PNEU METZELER CRUISETEC OFERECE ALTA QUALIDADE

Fonte: Moto Adventure

O pneu para Power Cruisers, Customs e Tourers proporciona uma melhor dirigibilidade em máquinas antigas e modernas, dando grande aderência também em condição de pista molhada, além de uma ótima estabilidade

O CRUISETEC, novo pneu para Power Cruisers, Customs e Tourers que a METZELER apresentou no final de 2018 no CUSTOM BIKE SHOW, é o destaque da área de exposição montada pela marca alemã na MOTOR BIKE EXPO, feira de motocicletas que aconteceu em janeiro deste ano.

Com este produto a METZELER pretende oferecer aos motociclistas um pneu voltado à performance, com qualidade superior ao que é encontrado atualmente no mercado. O CRUISETEC foi desenvolvido para aproveitar todo o potencial de desempenho dos modelos mais recentes e também de motos mais antigas. A chave é o alto nível de aderência, mesmo em condição de pista molhada, o que dá à moto uma capacidade de dirigibilidade maior, consistência de desempenho para aumentar a vida útil do pneu e características estruturais que proporcionam o prazer na pilotagem, graças à sua estabilidade e precisão.

O CRUISETEC apresenta soluções em termos de design da banda de rodagem, compostos, perfis e estrutura. Em suma, um pneu capaz de tirar o melhor das motocicletas de ontem e de hoje, dando vida ao slogan “Desempenho Aperfeiçoado”, que acompanha o produto.

TAMANHOS

O novo CRUISETEC está disponível nos seguintes tamanhos:

#VempraFernandes e consulte disponibiliadade!

O QUE É NECESSÁRIO LEVAR NA BAGAGEM?

Fonte: Viagem de Moto

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Esta é uma dúvida que assombra todo mundo durante o planejamento e preparação para uma viagem de moto que dure vários dias. O que levar na bagagem? A chave é encontrar o ponto de equilíbrio entre o máximo e o mínimo. É não levar muito mais objetos do que vai precisar ou deixar de levar o que pode ser extremamente necessário durante a viagem. Antes de relacionar o que eu levo e considero no planejamento das minhas viagens, chamo a atenção para alguns problemas que devem ser conhecidos e considerados no pêndulo dos exageros para arrumação de bagagens:

Uma bagagem exagerada vai:

  • Obrigar a levar mais bolsas;
  • aumentar o peso que a moto vai carregar;
  • aumentar o arrasto;
  • aumentar o consumo de combustível;
  • aumentar o desgaste dos pneus;
  • aumentar o desgaste da moto;
  • aumentar o desgaste do motociclista;
  • dificultar a disposição e o amarre dos objetos sobre a moto;
  • dificultar manobras, principalmente em baixa velocidade ou para estacionar;
  • dificultar a retirada da bagagem da moto para levar para o hotel e vice-versa.

Uma bagagem muito sóbria vai:

  • deixar um item importante para trás;
  • faltar roupa para diferentes condições de clima e temperatura;
  • faltar roupa adequada para os ambientes a frequentar;
  • aumentar o desconforto durante a viagem;
  • lavar roupas diariamente e torcer para que sequem rápido;
  • aparecer nas fotos com a mesma roupa todo dia.

É claro que os pontos que relacionei, principalmente no caso de uma bagagem mais sóbria, são mera suposição. Pode ser que a viagem seja feita com a mala no exagero tanto para mais quanto para menos e não se encontre nenhuma das dificuldades citadas. Vai depender muito do estilo de vida do motociclista, do destino e do próprio desenrolar da viagem. Mas sempre é bom pensar em todas as possibilidades para não ter nenhuma surpresa desagradável. Ao mesmo tempo é bom pensar que um erro na bagagem pode tornar uma viagem um verdadeiro martírio. Mas observe que coloquei mais pontos problemáticos para bagagem exagerada que para bagagem sóbria, e isto, no meu entendimento, tem dois motivos básicos: primeiro que a tendência de todo mundo é sempre exagerar para mais e segundo que sempre será possível comprar depois da partida algo que falta. Deixar algo pelo caminho normalmente é mais difícil para o motociclista, não só pelo valor sentimental, mas também pelo valor material do bem.

Eu costumo fazer uma lista do que vou levar muitos dias antes da data marcada para a viagem, e na medida em que for planejando os demais detalhes, vou revisitando a lista para verificar se algo não foi esquecido. Alguns dias antes da viagem eu faço um teste de campo, que é pegar todos os objetos da relação e dispô-los na bolsa. É uma oportunidade para checar se cabem, como serão colocados na moto e qual o peso que estarei me sujeitando carregar, sabendo que poderei inclusive ter que subir escadas com ele.

Mas vamos logo à lista. No final desta página eu coloquei os detalhes e explicações do porque de cada um dos itens. A quantidade é para uma viagem de uns 20 dias. Na explicação de cada item poderá ser observado que alguns excluem outros, dependendo do lugar para o qual será a viagem e da época do ano:

Água mineral Dinheiro e cartões Objetos de higiene pessoal
Balaclava 3 Elásticos para moto Óculos de sol
Barrinhas de cereais (ou frutas secas*) Ferramentas para a moto Pomada para assadura
1 Bermuda Flanela Protetor labial
Botinas Jaqueta de Verão Protetor solar
Bolsa para moto Kit de primeiros socorros* Relação de hotéis
2 Calças Lanterna Segunda pele
5 Camisetas Lenço ou tubo de pescoço Silver tape
Capa de chuva 2 pares de Luvas Sunga ou calção de banho
Capacete Manual do proprietário Tênis
Chinelos Mapa do percurso e/ou GPS 4 Tie-up
Jaqueta e calça de cordura Máquina fotográfica 2 tubos de reparador de penu
5 Cuecas 4 pares de Meias  
*Acrescidos por sugestão de leitores

Acho que me lembrei de tudo. Se aparecerem alguns itens que possa ter esquecido eu retornarei a este post e completarei. Se você tiver alguma sugestão, basta colocar no comentário, no final do artigo. Lembro que esta lista é a que eu acho ideal para as minhas necessidades, e podem não ser adequadas a todas as pessoas. Mas acho que pode ser útil pelo menos como base e para reflexão no planejamento de uma grande viagem.


Água mineral

Sempre levo na bolsa uma garrafa de água mineral ou duas, que bebo nas paradas fora dos postos de combustível e lanchonetes à beira da estrada.

Meu amigo JF sugere levar uma garrafinha SIGG para água - são de alumínio (muito melhores que os squeezes de plástico), tem a tampa de rosca e grande vantagem sobre as garrafas pet, pois é muito mais resistente e não vazar de jeito nenhum.

Balaclava

Eu ainda não me acostumei com o uso deste item, mas em lugares frios é bem útil para esquentar a orelha. Eu já comprei algumas sofisticadas, com material térmico, especial, mas as melhores são as simples e baratas. Na hora da escolha, deve ser observado o lugar da costura, pois alguns modelos as têm em lugares que podem incomodar e marcar a pele quando se coloca o capacete.

Barrinha de cereais

São leves, não fazem volume, não estragam, não fazem mal a ninguém (experimente ter uma diarréia no Atacama) e alimentam com qualidade numa emergência. Este texto também é sugestão do amigo JF. Em minha viagem para a Argentina e Chile eu levei muitas. Na estrada eu preferia lanchar algumas barrinhas que almoçar. Os amigos Carlos e Jacqueline Hochberg sugeriram levar frutas secas ao invés das barrinhas. Segundo eles, aguentam bem o calor e ficam melhor acomodadas junto com a bagagem.

Bermuda

Eu gosto de levar uma na bolsa, pois dependendo do destino pode ser útil em passeios mais informais. Mas obriga a levar pelo menos um tênis.

Botinas

Este é um equipamento fundamental e que normalmente é tratado com displicência pelos motociclistas. Tem que ser impermeável, com solado grosso e apropriada para motociclistas. É útil tanto para uso com roupa de cordura quanto com outro tipo de roupa. Protege os pés em caso de queda, da humidade, do frio e dependendo do modelo pode também ser usado para sair à noite com um jeans. Eu tenho um par de botinas da Guartelá, específico para operações policiais com moto, que além de impermeável e resistente é feita com material do tipo dry, facilitando o controle da humidade nos pés. Com ela eu costumo não levar outro calçado, exceto um chinelo.

Bolsa para moto

Este item eu acho que ninguém esquece, mas gostaria de chamar a atenção para a escolha da bolsa. Recomendo nunca usar mochila. Além de prejudicar a postura e aumentar o desgaste do motociclista, em caso de queda ela pode provocar danos à coluna.

Eu prefiro usar bolsa sobre o banco do garupa e sobre a churrasqueira, pois nesta disposição, além de reduzir o arrasto, permite que se tenha um apoio para as costas que faz uma grande diferença no fim de um dia na estrada. Outra observação é que a bolsa deve ser impermeável ou ter uma capa que pode ser usada sobre ela em dias de chuva.

Calças

A melhor calça para levar em viagens é a jeans, que pode ser usada para visitar lugares ou ir a um restaurante, mesmo quando um pouco mais sofisticado sem, no entanto, destoar do ambiente. Calça de cordura não fica legal em qualquer lugar, exceto sobre a moto ou nos restaurantes à beira da estrada. Eu tenho uma calça de brim com proteções nos joelhos e lateral, que pode ser usada na estrada ou à noite para passear e conhecer os lugares. Se não tiver uma calça específica para a estrada, devem ser levadas pelo menos duas calças.

Camiseta

Uma vestimenta interessante de usar em viagens de moto são as camisetas do tipo dry. Elas são muito práticas porque permitem que a transpiração seja dissipada com grande facilidade, aumentando o conforto. São facilmente lavadas na pia do banheiro e podem ficar penduradas num varal de roupas ou numa cadeira do quarto e, ainda assim, secam muito rapidamente. Numa viagem de vinte dias, por exemplo, umas quatro ou cinco de cores diferentes (para não ficar parecendo, nas fotos, que está com a mesma camisa todos os dias), serão suficientes para toda a viagem, sem deixar o motociclista "cheiroso", no mau sentido.

Dependendo das condições climáticas, é interessante alternar a quantidade de camisetas entre manga curta e longa. Além disto, umas duas camisas básicas para usar quando não estiver na estrada podem ser úteis.

Capa de chuva

Se levar um conjunto de calça e jaqueta de cordura este item é dispensável, caso contrário, leve uma capa de chuva e deixe-a sempre na parte de cima do case.

Capacete

Sobre este item vou comentar apenas que ele deve ser de boa qualidade e valorizar o controle do nível de ruído. Várias horas sobre uma moto com barulho do vento ou do escape aumentam muito o cansaço.

Chinelos

Minha bagagem não fica sem um par de Havaianas.

Conjunto Jaqueta e calça de cordura

Se a viagem incluir trechos com temperatura baixa, um conjunto com jaqueta e calça com forro térmico. Eu pessoalmente acho as de cordura as que têm o melhor custo x benefício para uso em clima ameno ou de baixas temperaturas.

Cuecas

Este item é difícil de definir a quantidade. Para vinte dias de viagem eu acho que umas cinco são suficientes, devendo ser lavadas na medida em que forem sendo usadas. Eu sempre levo uma sacola plástica na bagagem para colocar dentro a cueca que não secou à noite e continua úmida. Atenção que se for esquecida na sacola por mais de um dia, provavelmente a cueca será perdida.

Dinheiro e cartões

Eu olho no site do banco se os lugares que irei passar têm caixa eletrônico. Faço uma estimativa de gasto para o percurso até o próximo caixa, levo dinheiro para chegar a este lugar e mais alguma sobra.

É bom lembrar que nem todos os estabelecimentos aceitam cartões de crédito, e isto ocorre com maior frequência em algumas regiões menos desenvolvida e sem estrutura.

Em outros países é possível retirar moeda local em caixas automáticos utilizando cartões de crédito. Existe uma taxa para cada saque, mas este é um procedimento que aconselho, pois evita ter que levar muito dinheiro e normalmente o câmbio utilizado pelos cartões é mais favorável que a troca feita em casas de câmbio.

Documentos

Estes devem ser os primeiros objetos a serem separados para a viagem e nunca podem ser esquecidos. Eu o mantenho sempre em local de fácil localização para que sejam alcançados com rapidez. Se estiver utilizando uma roupa de cordura, eles ficam num dos bolsos desta roupa. Se a roupa não é impermeável, levo uma sacola plástica e coloco dentro. Mesmo levando capa de chuva, a possibilidade de se molhar num pé d'agua repentino é grande.

No Brasil, é obrigatório portar o CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos e a CNH - Carteira Nacional de Habilitação. A CNH substitui a identidade para a maioria das necessidades, mas eu sempre levo ambas.

Uma dica que adoto sempre: junto com os documentos da moto e meus documentos eu levo um cartão ou uma folha de papel com telefones úteis, como os do seguro, banco, cartão de crédito e principalmente de familiares e amigos que podem ser contactados em caso de necessidade. O cartão tem ainda informações sobre meu tipo sanguíneo. Não é o meu caso, mas recomendo incluir, para quem precisa, remédios que se faz uso e eventuais alergias.

Elásticos para moto

Eu sempre levo, mesmo não sabendo se vai ser necessário. Custa barado, menos de R$ 2 cada, e pode ser muito útil da estrada. No quanto também. Podem virar varal para secar a roupa enquanto durmo.

Ferramentas para a moto

Eu não entendo nada de mecânica, mas sempre levo um jogo de chaves ale, outro de chaves torx e pelo menos três chaves de boca básicas que atendem à maior parte das necessidades em uma emergência. Isto porque minha moto tem medidas no padrão americano, que é em polegadas, e pouquíssimos mecânicos costumam ter ferramentas que servem nela. Ela nunca me deixou na mão, mas sempre é bom prevenir. Além disto, estas chaves ocupam muito pouco espaço na bagagem.

Flanela

Sempre é útil.

Jaqueta de Verão

Dependendo da época do ano e a região que vou passar, eu levo uma jaqueta de verão, daquelas furadinhas, com proteção nos ombros, cotovelos e costas. Utilizo sempre uma jaqueta com manga longa, pois além da proteção em caso de queda, também protege contra os raios solares.

Kit básico de primeiros socorros

Desinfetante, esparadrapo, rolinho de gaze, band-aid, antiácido, analgésico e lenços umedecidos. Outra sugestão do JF. Eu não costumo levar, mas é interessante para prevenir pequenos acidentes.

Importante também para quem faz uso de remédios de uso constante não esquecer de levar.

Lanterna

Uma pequena.

Lenço ou tubo de pescoço

Ter bandanas e aqueles "tubos" de pescoço para proteger do sol e, nos momentos mais quentes, encharcá-los com água gelada. Ajuda muito a suportar o calor inclemente.

Luvas

Eu me acostumei tanto a usar luva quando estou na estrada que se não coloco me sinto pelado. Eu levo duas luvas em minhas viagens, uma de verão, feita do mesmo material da jaqueta, toda furada, e uma impermeável com forro térmico. Enquanto uma está sendo usada, a outra ocupa pouco espaço na bagagem. Esta deve ficar na parte superior da bolsa, para fácil localização.

Manual do proprietário

No caso de necessidade, indica algumas falhas básicas e suas causas, cuidados, etc.

Mapa do percurso ou GPS

Quando não tinha GPS e não conhecia o percurso, utilizava o Google, imprimindo os mapas, principalmente com detalhes das cidades que iria pernoitar. Ia colocando-os no bolso na medida em que iria percorrer o trecho.

Existem alguns guias, vendidos em livrarias e pela internet, focados em regiões ou países, que podem ser muito úteis nas viagens.

Com GPS e como minha moto não tinha uma tomada para carregar, providenciei uma. Os melhores aparelhos têm autonomia para poucas horas, normalmente insuficiente para todo o percurso. Em algumas lojas fora do Brasil existem alguns adaptadores à prova d'água com preços interessantes e que incluem proteção contra curto circuito. Sempre procuro manter os mapas os mais atualizados possíveis.

Outro detalhe importante é marcar nos mapas impressos ou no GPS os endereços dos hotéis disponíveis nas cidades que vou pernoitar.

Máquina fotográfica

Nunca viajo sem levar uma (na verdade uso duas), acompanhada de bateria reserva e pelo menos dois cartões de memória.

Meias

Já me recomendaram, e eu ainda não tive a oportunidade de experimentar, meias do tipo dry, encontradas em lojas que vendem artigos para ciclistas. Do mesmo modo que as camisetas, elas também ajudam no controle da umidade dos pés. Isto significa menos chulé.

Em viagens para locais mais frios, levo pelo menos um ou dois pares de meias de algodão mais grossas. Se não forem usadas na estrada, podem ser úteis à noite.

Objetos de higiene pessoal

Eu sempre levo pente, escova de dentes, fio dental, creme dental - um tubo pequeno, aparelho de barbear, espuma de barbear, desodorante, cotonetes, tesourinha de unha - daquelas de camelô que dobram e shampoo. Procuro colocar tudo numa necessaire se a bolsa não tiver algum bolso específico para isto. Quanto aos vidros, costumo levar só os de recipiente pequeno.

Óculos de sol

Meu capacete atual tem um óculos retráteis, mas mesmo assim eu acho importante ter um na bolsa.

Pomada para assadura 

É uma sugestão do Carlos, de Manaus. Eu já passei aperto no Chaco Argentino com o calor extremo. Se tivesse na bagagem ia me ajudar a dormir melhor de noite.

Protetor labial

Mesmo no calor eles costumam ser úteis, pois evitam o ressecamento e também protegem do sol.

Protetor solar

Não é recomendável pegar estrada sem as proteções devidas, e isto inclui não descuidar da pele. Ele deve ser aplicado diariamente em todas as áreas do corpo que não estiverem cobertas por roupa. Em regiões mais secas, o protetor solar pode ser utilizado também como hidratante da pele.

Reservas em hotéis

Quando faço reserva prévia nos hotéis, levo impressa a confirmação da reserva ou no mínimo o telefone e endereço do hotel e o nome do funcionário com quem acertei a estadia.

Depois de alguns apertos, em viagens que opto por não fazer as reservas previamente, nunca deixo de buscar na internet e levar impressa uma planilha com os hotéis, seus endereços, telefones e, de preferência, com as coordenadas. 

Reparador de pneu

É um tubo com um material selante e ar sob pressão, que quando injetado no pneu preenche o furo e permite levar a moto até um borracheiro.

Segunda pele

Se a temperatura beirar ou ficar abaixo do zero grau por onde vou passar, eu levo um conjunto de segunda pele. Existem tipos específicos para cada faixa de temperatura que vão até vários graus abaixo de zero. Além de ocupar pouco espaço na bagagem, um só conjunto é suficiente para uma viagem longa.

Silver tape

É aquela fita igual durex só que grossa. Pode ser útil. Conforme comentário do Rodrigo, não é necessário o rolo todo. Hoje podemos comprar unidades menores ou usar o velho truque dos skatistas, enrolando uma quantidade menor em um palito de sorvete.

Sunga ou calção de banho

A sunga ocupa pouco espaço na bagagem, mas o calção ou bermuda de banho costuma ser mais indicado, dependendo do lugar que vou e se terei oportunidade de tomar banho em rios, lagos, cachoeiras ou piscinas. Também pode substituir a bermuda, dependendo do modelo. Lembre-se que as sungas costumam não ser bem aceitas nas culturas de alguns países.

Tênis

Dependendo do tempo de viagem, dos lugares que vou visitar ou do espaço na bolsa, eu costumo levar um do tipo sapatilha. Mas é o primeiro objeto a ser retirado da bagagem caso ela fique cheia demais.

Tie-Up

É aquela braçadeira de plástico. Pode ser útil e fica em qualquer lugar no fundo da bolsa.

Complementando este artigo, criei uma figura que pode ser impressa para ajudar a checar os itens a levar e também para arrumar a bagagem na moto.

E o mais importante, antes de pegar a estrada, #VempraFernandes fazer um check-up na sua moto!

PIRELLI LANÇA 3 NOVOS PNEUS PARA MOTOS

Fonte: Revista Moto Adventure

Diablo Supercorsa SP V3, Angel GT II e Angel Scooter são os destaques da fabricante

A Pirelli lança nacionalmente três novos produtos destinados aos motociclistas: os pneus Pirelli DIABLO SUPERCORSA SP V3, ANGEL GT II e ANGEL SCOOTER.

DIABLO SUPERCORSA SP V3

O DIABLO SUPERCORSA SP V3, em sua terceira geração, engloba o máximo de tecnologia da Pirelli em um pneu feito para uso em vias públicas, mas com desempenho próximo ao de competição. Este resultado é alcançado graças ao padrão da banda de rodagem, o perfil e a estrutura, todos praticamente iguais aos usados nas pistas de corrida onde a Pirelli atua como fornecedor exclusivo de pneus em todas as categorias do Campeonato Mundial de SuperBike da FIM.

ANGEL GT II

O ANGEL GT II é um pneu feito para as motos Sport Touring e chega para suceder ao ANGEL GT, empregando a evolução do conceito Gran Turismo da marca. Como principais atributos, o pneu é mais durável, possui dirigibilidade esportiva e muita aderência, reforçando o comportamento durante condições de chuva entregando ainda mais confiança e segurança ao piloto. Com padrão de banda de rodagem derivado do pneu intermediário de chuva usado no Campeonato Mundial de SuperBike, o ANGEL GT II possui carcaça inovadora com densidade variável e alta concentração de sílica no composto.

ANGEL SCOOTER

O pneu ANGEL SCOOTER foi produzido tendo como inspiração a família ANGEL, algo facilmente visto pelo desenho utilizado na sua banda de rodagem. O pneu foi especialmente feito para uso urbano, pensando em mobilidade, garantindo conforto na direção, dirigibilidade e desempenho superior na pista molhada. Para estes motociclistas, é necessário um pneu durável e que tenha comportamento previsível nas situações do cotidiano.

#VempraFernandes conferir essas e outras novidades!

 

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