ROTEIRO DE VIAGEM PARA IBIÚNA E JUQUITIBA (SP)

Cidades oferecem natureza preservada, excelentes opções de passeios e belos caminhos em asfalto ou terra

Fonte: Revista Moto Adventure

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Este roteiro foi realizado no Parque Estadual do Jurupará, que abrange a região sul do município de Ibiúna e uma pequena área do município de Piedade. O parque faz divisa, ainda, com o município de Juquitiba, que integra a Região Metropolitana de São Paulo. O Parque do Jurupará é uma das zonas-núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, integrando a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da cidade de São Paulo. O roteiro, que foi montado em forma de laço, teve seu início em Ibiúna, sentido Juquitiba, e, depois de um trecho pela Rodovia Regis Bittencourt (BR 116), retornou para Ibiúna pelo parque. O percurso tem aproximadamente 120 quilômetros, sendo 90% em terra.

AS CIDADES DESTE ROTEIRO

Sítios, rios, represas de águas límpidas e trechos de Mata Atlântica compõem a paisagem de Ibiúna, cidade produtora de hortifrútis. Localizada nas encostas da Serra do Paranapiacaba, Ibiúna tem clima de montanha e sua história está intimamente ligada ao bandeirantismo no Brasil.

Já em Juquitiba você encontrará um pequeno paraíso ecológico. Florestas, bosques, as águas claras do Rio Juquiá, do São Lourenço e da Cachoeira do França são alguns exemplos. Seu ponto turístico mais famoso é a Represa Cachoeira do França, formada pelas águas do Rio Juquiá e ribeirões. Alie a tudo isso esportes náuticos, pesca, hipismo e a prática do rafting (descida de rio em botes enfrentando quedas e corredeiras).

As duas cidades, apesar da proximidade com a capital paulista, oferecem uma bela e preservada natureza e só isso já seria uma ótima opção para curtir um agradável dia ou final de semana.

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NAS TRILHAS

Mas nosso negócio é colocar as motos nas estradas, sejam elas de asfalto ou de terra. E, assim, esse roteiro pode começar desta forma: a partir da capital paulista, pegue a Rodovia Raposo Tavares e siga até o acesso para a Rodovia Bunjiro Nakao. Siga então sentido Ibiúna e, um pouco antes da chegada à cidade, acesse a Estrada Vicinal Lageadinho. Aqui você irá iniciar esse nosso roteiro. Inicialmente, siga por asfalto sentido ao Bairro Verava, depois por terra, pela Estrada Municipal Juquitiba/Ibiúna. O percurso apresentará variações de relevo alternando morros e vales. O piso surgirá com trechos em cascalhos, pedras e alguns trechos de terra um pouco escorregadios. A região possui algumas propriedades rurais e trechos com plantações de eucaliptos. Esse primeiro trecho será fora do Parque Jurupará, mas irá margeando o parque. Ao final da estrada você estará no trecho urbano de Juquitiba.

Dê uma parada na cidade, abasteça se necessário, tome uma água e depois continue acelerando. Depois de atravessar a zona urbana de Juquitiba, acesse a Rodovia Régis Bittencourt no sentido Paraná até o km 336. No distrito de Barnabés, deixe a Rodovia Régis Bittencourt para trás e siga pela Estrada dos Cuiabá (em terra) sentido a Barragem do Rio Juquiá (Represa do França). Ao chegar à barragem, a parada para fotos será obrigatória, pois a visão do lago e represa merece ser registrada.

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Na sequência desça ao nível mais baixo da barragem e chegue à portaria do Parque Estadual Jurupará. Será hora então de efetuar o registro da moto e receber algumas orientações. Pouco tempo depois você estará novamente acelerando pela estrada de servidão do parque. Esse caminho possui uma paisagem bem diversificada, em alguns momentos surge mata primária original, depois trechos de reflorestamento e também trechos de pasto. Quanto ao piso, não surgirá grande dificuldade para o trânsito das Big Trail ou similares. Mas não pense que tudo será fácil pois será necessário passar por alguns pequenos riachos. E aqui vai uma dica: quando estes se tornarem maiores e profundos sempre surgirá uma alternativa de cruzar o trecho por ponte, como, por exemplo, na passagem do Rio Juquiá. Lagos, cachoeiras e trechos de serra também compõem a paisagem. Ao final da estrada chega-se a Ibiúna finalizando o laço e esse roteiro.

Dica: Essa região também possui trechos mais radicais que atraem praticantes do off-road mais pesado, tanto de motos como de jipes. Mas vale ressaltar que, para esse roteiro, optamos por realizar um passeio leve para ser percorrido tranquilamente por motos Big Trail, com pneus originais. 

Antes de partir para a aventura, traga sua moto para um check-up dos pneus na Casa Fernandes!

REGRAS ESSENCIAIS PARA O TRANSPORTE DE ANIMAIS DOMÉSTICOS

Fonte: Trânsito Ideal

Assim como o transporte de crianças dentro do carro merece um cuidado especial por parte dos motoristas, o deslocamento de animais domésticos em veículos também segue algumas regras que resultam em mais segurança. O mais correto é transportar animais de estimação dentro do veículo, no banco de trás ou no porta-malas, em uma caixa de transporte ou em uma gaiola, conforme a espécie, sempre com atenção para não prejudicar a visibilidade do motorista e cuidado com o conforto e a segurança do animal. Transportá-los nos bancos dianteiros, soltos dentro do carro ou até no colo de um passageiro, além de perigoso, é contra a lei e resulta em infração, com perdas de pontos na carteira e multa. Animais soltos podem pular pela janela, desviar a atenção do motorista e causar acidente.

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O uso de acessórios protege contra lesões provocadas por paradas ou por desvios bruscos, nas quais o animal pode se machucar ou ferir outras pessoas Existem equipamentos e cuidados especiais para cada tipo de animal, por exemplo:

Cintos de segurança: reduzem o risco de seu animal sair ferido em um acidente de carro, porque o mantém protegido e preso ao banco traseiro. Alguns modelos são adaptadores presos às coleiras peitorais, outros já são completos - basta fixar no encaixe do cinto do carro ou, em alguns modelos, junto ao cinto de segurança.

Caixas de transporte: as caixas devem ser resistentes, ventiladas e de acordo com as medidas do animal. As melhores possuem uma alça (pegador) para transporte, trava para fechamento das portas, grades (fendas) de ventilação, cantos arredondados para limpeza fácil e bastante espaço.

Grades de contenção: são divisórias de metal para limitar a circulação do animal dentro do automóvel. Existem modelos para o centro (entre os bancos dianteiros), os laterais, que impedem o cão que gosta de saltar pela janela, e ainda aqueles que restringem os cães à traseira de uma caminhonete ou de uma perua. Porém, é importante lembrar que o animal pode se machucar em uma freada brusca, pois ele está “solto” na área em que escolheu transportá-lo.

Cadeiras e assentos: animais de pequeno e médio porte podem ser transportados em cadeiras específicas e preparadas para serem utilizadas com coleiras do tipo peitoral.

Documentação para viajar

Viajar com animal doméstico também implica em possuir documentação adequada, além dos quesitos de segurança – caixa de transporte adequada. Geralmente é necessário apresentar atestado de sanidade animal, com destaque para a comprovação de imunização anti-rábica, mas cada meio e cada país tem regras próprias e, ainda, cada empresa pode fazer exigências específicas:

Ônibus - não existe regra única para o transporte de animais em ônibus, seja interurbano ou interestadual. Em geral, as empresas aceitam apenas animais de pequeno porte, desde que estejam em recipientes adequados. A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) divulga orientação específica às empresas de transporte intermunicipal e usuários quanto ao transporte de animais domésticos.

Aviões – atenção às normas dos países de destino e das companhias. Os animais devem viajar dentro de recipiente adequado a seu tipo e tamanho e ser à prova de fuga ou vazamentos. Geralmente o viajante deve fazer uma reserva para o animal com no mínimo 48 horas de antecedência. Fêmeas em período de gestação não são aceitas pelas empresas. Os animais são transportados no compartimento de cargas, eles só podem viajar na cabine em casos especiais – dependendo do porte do animal - e com o pagamento de uma taxa suplementar.

Navio - geralmente não permitem que passageiros embarquem com animais de qualquer espécie ou tamanho.

Trem - os animais devem estar em contêineres especiais ou com coleira e focinheira.

*obs.: as regras não valem para cães guia (cães treinados acompanhando deficientes visuais), que podem viajar dentro da cabine, sem taxa extra.

Antes de partir para a viagem com seu companheiro, não esqueça de verificar os pneus do seu veículo na Casa Fernandes!

ROTEIRO "FERROVIÁRIO": ANDANDO NOS TRILHOS

Roteiro “ferroviário” oferece belas paisagens, lugares aconchegantes, curiosidades e, é claro, opções de terrenos de todos os tipos para os motociclistas curtirem suas máquinas

Fonte: Revista Moto Adventure 

Big Trip

Próximo à capital paulista, este roteiro, indicado para motociclistas iniciantes, permite uma viagem na história ferroviária de São Paulo, com paisagens deslumbrantes, diversas opções gastronômicas e, se não fosse ainda o suficiente, você poderá ver de perto o mais bonito e radical do off-road em motos. O percurso tem início na região conhecida como Alto Tietê, a partir de Mogi das Cruzes, e finaliza no início do Vale do Paraíba, em Santa Branca, com aproximadamente 120 quilômetros.

Corrida do ouro

Antes da fundação do povoado de Mogi das Cruzes, o bandeirante Braz Cubas, no ano de 1560, havia se embrenhado pelas matas do território mogiano, às margens do Rio Anhembi, hoje Tietê, à procura de ouro. O bandeirante abriu o primeiro caminho de acesso de São Paulo a Mogi, dando início ao povoado, que foi elevado a vila com o nome de Vila de Sant’Anna de Mogi Mirim. A oficialização ocorreu em 1º de setembro, dia em que se comemora o aniversário da cidade.

Mogi das Cruzes possui potencial para o turismo rural, ecoturismo e turismo de aventura, além de locais históricos, de uma cidade de 455 anos. O município é o maior produtor de caqui, nêspera, cogumelo, hortaliças e orquídea do país, e muitos produtores recebem os visitantes, que podem conhecer sua rotina de trabalho. Os principais pontos turísticos da cidade são o Casarão do Chá, a Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, a Mesquita Islâmica, o Orquidário Oriental, o Parque das Neblinas e o Pico do Urubu.

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O roteiro

Para chegar ao ponto de início da nossa aventura, em Mogi das Cruzes, você deve pegar a Rodovia Mogi-Dutra (SP-088). Essa estrada pode ser acessada na Rodovia Presidente Dutra ou pela Rodovia Airton Senna. Após a descida da serra e chegada a Mogi, acesse a saída “B”, siga pela Avenida Perimetral até o final e, no entroncamento, siga à esquerda na Avenida Francisco Rodrigues Filho/Rodovia Henrique Eroles (placas para Botujuru/Guararema). Após 4,5 km nessa estrada você chegará a uma rotatória em cujo centro da área ajardinada há uma pequena estátua de um motociclista off-road.

Entre à esquerda na estradinha de terra e aproveite para fazer uma visita à Fazenda ASW Off-Road Park. O local possui pistas para prática de diversas modalidades de motociclismo off-road, onde é possível encontrar pilotos profissionais e amadores em treinamento. Ali há banheiros e food truck. Após a visitação, retorne à rodovia, prossiga até o km 66 e pegue a direita em direção a Sabaúna. Siga até a linha do trem, cruze e siga à direita. Aqui cabe uma dica: a partir deste ponto, você poderá utilizar como referência as placas redondas que indicam a “Rota da Luz”.

Rota da Luz

Essa rota faz parte do programa “Caminha São Paulo”, da Secretaria Estadual de Turismo, como proposta de uma jornada de fé, reflexão, contemplação e meditação. Seu trajeto foi concebido para garantir o bem-estar e a segurança dos caminhantes, que antes realizavam suas romarias até Aparecida pelo acostamento da via Dutra (rodovia de grande movimento, que impunha grandes riscos aos caminhantes). Dessa forma, buscou-se um caminho alternativo: são 201 km de estradas secundárias, passando por nove municípios paulistas. O caminho é autoguiado e, ao final do seu percurso, um certificado pode ser emitido aos participantes.

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De volta ao roteiro

No centrinho de Sabaúna aproveite para uma visita ao Museu Ferroviário, que fica em uma pequena e antiga estação. Prossiga em direção ao cemitério, até o início do trecho de terra, e siga pela Estrada Sabaúna-Luís Carlos. Ao chegar a essa antiga estação ferroviária, que hoje é utilizada em passeio turístico de “Maria Fumaça”, nos finais de semana, a partir da Estação Guararema, aproveite para fazer uma visita, pois o trabalho de restauração do vilarejo foi primoroso, com museus, praças, igrejas e restaurantes. Um local extremamente bonito e agradável.

Atravesse o vilarejo e siga até a primeira estrada de terra à direita. Siga pela Estrada Municipal Romeu Tanganelli para Guararema. Chegando próximo da cidade o terreno volta a ser pavimentado. Ao final, chegaremos à Estação Guararema. E, no entroncamento, siga à direita sentido Pedra Montada/Santa Branca pela Estrada Municipal Dr. Hércules Campagnoli. Essa estrada, em parte do seu percurso, é sem pavimentação. Ao final, chega-se em Santa Branca e, então, se dá o final do trecho aventureiro, com início do calçamento.

Santa Branca

Localizada no Vale do Paraíba, a 91 km da capital paulista, com natureza privilegiada, Santa Branca é cortada pelo Rio Paraíba do Sul. A cidade ainda preserva parte de sua arquitetura, especialmente no centro e nas fazendas mais antigas. Conhecida como cidade presépio, pelo grande número de alegorias referentes ao nascimento de Jesus, ocupando principalmente a sua encosta ocidental em uma área de relevo montanhoso e pertencente à Serra do Mar, apresenta um clima temperado com inverno. O seu clima é um dos atrativos da população flutuante vinda dos centros urbanos, que nos finais de semana e feriados prolongados procuram a tranquilidade e o ar de campo de Santa Branca.

O turismo rural desponta como grande oportunidade de desenvolvimento da cidade, que possui hotéis, hotéis fazendas, pousadas, restaurantes com a cozinha típica do interior, chácaras para locação e eventos, produção de cachaças artesanais, licores, vinhos, doces caseiros, etc. Principais pontos turísticos: cachoeira do Putim, Capela São Sebastião, Edifício Ajudante Braga, Igreja do Rosário, Igreja Matriz de Santa Branca, Mercado Municipal, Ponte Metálica e Toca do Leitão.

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TOUR OFF-ROAD - VIAGEM DE MOTO PELO INTERIOR PAULISTA

 

Tour entre as cidades paulistas de Sorocaba e Avaré leva os motociclistas por belas estradas, passeios às margens da represa e tranquilos trechos off-road

Fonte: Revista Moto Adventure 

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Regiões de Sorocaba, Itapetininga, Itapeva e Avaré

Belos pastos, plantações, grandes rios e represas compõem o cenário deste roteiro, feito pelas regiões de Sorocaba, Itapetininga, Itapeva e Avaré, no interior paulista. O nosso destino final foi a represa de Jurumirim, formada pelo represamento do rio Paranapanema, e que tem cerca de cem quilômetros de comprimento e, em alguns trechos, ultrapassa três quilômetros de largura. A represa tem um reservatório com volume de água quase quatro vezes maior do que o da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e é um dos poucos mananciais de águas não poluídas no estado. Apesar da proximidade com a capital paulista, essa região é pouco conhecida e explorada por moto turistas. Além de alguns aspectos inéditos, como sempre incluímos um trecho aventureiro e opcional para quem deseja fazer uso pleno de sua big trail.

Início da aventura e dica

Nossa jornada começa na capital paulista, pela rodovia Castello Branco, percorrida até a saída 129 B, sentido Tatuí/Itapetininga. Dali prossegue pela rodovia Antônio Romano Schincariol (BR-373), sentido Capão Bonito. Até este ponto, este roteiro é bastante conhecido pelos viajantes, pois Capão Bonito marca o início de uma rota muito apreciada pelos motociclistas paulistas, o famoso “Rastro da Serpente”, seguindo pelas cidades de Guapiara, Apiaí, Ribeira e depois pelas cidades paranaenses de Adrianópolis, Bocaiúva do Sul e Curitiba, capital do estado. Essas rodovias juntas têm a extensão de 261 km de curvas e belas paisagens, que merecem respeito e muita atenção.

E aqui fica uma dica: quem ainda não conhece deve conhecer o Rastro da Serpente adjacências. Mas deixe essa dica anotada para outro passeio, pois nesse roteiro os caminhos são outros, a partir de Capão Bonito. Portanto, ao chegar a essa cidade, pegue a saída 213 A, em direção a Itapeva, Itararé e Ponta Grossa, e siga pela rodovia Francisco Alves Negrão, sentido Taquarivai e, na sequência, Itapeva. Essa cidade é uma das maiores da região, com grande estrutura e serviços, e é opção de parada para refeição ou hospedagem em qualquer dia da semana. Depois prossiga pela rodovia Francisco Alves Negrão e, passando a cidade de Itapeva, no trevo, vire à direita na rodovia Pedro Rodrigues García (placas para Itaberá). Passando por Itaberá, no trevo, siga à direita, pela rodovia, sentido a Coronel Macedo. Na sequência você passará por Taquarituba, onde a rodovia passa se chamar Eduardo Saigh. Siga então a Itaí e logo você chegara à rodovia Raposo Tavares.

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Nesse ponto da viagem siga à esquerda, sentido Piraju, e você já avistará a represa de Jurumirim, que é formada pelo represamento pela Barragem de Jurumirim, no rio Paranapanema, e banha dez municípios do centro-sul do estado. Na margem direita fica o município de Cerqueira César e, na margem esquerda, o município de Piraju. Com águas limpas, a represa tem em suas margens vários condomínios, clubes, hotéis e belas praias, um convite para os esportes náuticos ou somente relaxar contemplando a paisagem.

Aventura

Sem dúvida, nesse roteiro a represa de Jurumirim merece atenção, mas nosso negócio agora é acelerar. Portanto, depois de pegar a rodovia Raposo Tavares, sentido Piraju, surgirá uma rotatória. Siga então à direita pela rodovia Salim Antônio Curiati, sentido Cerqueira Cesar, e depois de 20 km rodados nessa estrada pegue a direita, ainda por asfalto, sentido Bairro Macuco. A partir daí se iniciará o trecho fora de estrada deste roteiro. Siga sentido Arandu e, depois de cruzar a cidade, siga por terra para a rodovia João Mellão e depois Avaré. Você irá percorrer trechos bastante prazerosos, com belos cenários. Para retornar para São Paulo basta seguir para a rodovia Castelo Branco e ali, através desta belíssima e ótima estrada, voltar para casa.

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Conforto e segurança

Nessa viagem utilizamos uma Kawasaki Versys 1000cc, ano 2016. A moto mostrou-se excelente para viagens, com extremo conforto, e em trechos de condução por estradas de terra transmitiu muita segurança, permitindo fazer todo trajeto como bastante tranquilidade.

Este tour foi totalmente percorrido por boas rodovias e isso permite que até motociclistas iniciantes o façam. O trecho em terra e mais aventureiro é opcional e nossa dica é que o motociclista só faça se estiver acompanhado por outros mais experientes, pois alguns trechos possuem dificuldades que exigem mais do piloto. Com piso seco é possível fazer todo o percurso com pneus originais com segurança.

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TRILHAS E AVENTURAS DE MOTO POR CAMPINAS (SP)

Distritos de Campinas (SP), Joaquim Egídio e Sousas atraem turistas de todas as tribos

Fonte: Revista Moto Adventure

Campinas

Campinas (SP)

Joaquim Egídio, distrito de Campinas (SP), surgiu devido ao café que, no século XIX, começou a se expandir no interior paulista. Com o estabelecimento do ramal férreo campineiro, em 1889, o desenvolvimento se confirmou e por ali começaram a surgir  estradas, pontes férreas e fazendas de café. Tanto que, hoje, ao rodar pela região, temos a impressão de voltar no tempo.

Joaquim Egídio, e o vizinho Sousas, são destinos muito procurados, principalmente nos finais de semana, quando por lá aportam turistas de todas as tribos, muito deles praticantes de esportes off-road. Assim, proprietários de quadris, motos de trilha, jipes e mountain bikes são frequentadores assíduos. Vale lembrar que, além dos bons caminhos off-road, a região é repleta de excelentes e charmosos bares e restaurantes.

Cotidiano

Apesar de pertencer e estar a poucos quilômetros do centro de uma das maiores cidades brasileiras – Campinas – que tem cerca de 1 milhão de habitantes, o cotidiano dos moradores dos dois distritos é completamente diferente do dos grandes centros. Parece que a vida demora mais para passar. Pessoas ficam sentadas em frente a suas casas “papeando” e observando o calmo movimento (exceto nos finais de semana) das ruas de paralelepípedo com poucos automóveis e crianças brincando.

Atrativos

Quem vai para Joaquim Egídio e Sousas tem diversas opções de entretenimento. Uma opção bem interessante é o Observatório do Capricórnio, primeiro observatório municipal do país, inaugurado em 1977. Mas, devido ao horário de funcionamento (domingos, das 17h00 às 21h00) muita gente vai até lá para ver a vista da região, do alto dos seus 1.030 metros.

Para quem curte o chamado turismo rural e histórico, e quer voltar aos tempos áureos do café, a dica é conhecer a Fazenda das Cabras, que foi construída em taipa de pilão (técnica de construção herdada das culturas árabes e berbéres e que se constitui de paredes feitas de barro amassado e calcado entre taipas de madeira que, após a secagem, são retiradas). Essa fazenda data de 1883 e hoje abre suas portas para visitações pelas áreas de produção do café e um museu que abriga ferramentas e fotos da época.

Além da parte histórica, existem trilhas em meio à Mata Atlântica que rodeia a bela e imponente propriedade. Para saber mais acesse: www.fazendadascabras.com.br

Trilhas

Além das belas fazendas e restaurantes, nos finais de semana a região recebe um grande número de trilheiros que buscam os mais diferentes caminhos de terra. Vale citar que, ao pilotar por Joaquim Egídio e Sousas, deve-se observar os locais nos quais é permitido rodar com as motos e quadris.

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Para saber um pouco mais sobre essas trilhas, passamos um dia inteiro percorrendo algumas trilhas e estradas da região, junto a um divertido grupo com mais de 10 trilheiros. Nesse dia foi possível pilotar em meio a eucaliptos, subir em pedras, fazer single tracks em meio à vegetação nativa, encarar longas e lisas subidas, enfrentar erosões e, sempre devido ao relevo da região, curtir belas paisagens.

Nesse dia o ponto de partida foi em frente à Zimm-Motos, loja especializada em off-road e cujo pessoal tem grande conhecimento das trilhas da região. Dali surgem opções que poderão levá-lo a trilhas como a da Bocaina, passar pela cidade de Morungaba, encarar a Trilha do Carrapato, a Trilha do Vicentão ou o Morro do Careca. Enfim, opções e diferentes níveis de dificuldade de pilotagem não faltam. E aqui fica outra dica: ande sempre atento, pois, devido aos moradoes e ao grande número de praticantes de off-road na região, o movimento nas estradas de terra exige cuidado.

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Como chegar

Para quem sai da capital paulista, a dica é seguir pela Rodovia Anhanguera, até o km 86, entrar no anel viário em direção à rodovia D. Pedro I, fazendo o contorno na saída do km 130. Placas indicativas mostrarão o caminho até Sousas e Joaquim Egídio.

Quem está em Campinas deve seguir pela Avenida Dr. Moraes Sales, sempre em frente, acompanhando as placas para Sousas e Joaquim Egídio.

Antes de viajar, não esqueça: vem pra Casa Fernandes Pneus e verifique os pneus da sua moto!